Alua Arthur, com mais de dez anos de experiência como “death doula”, compartilha insights sobre como viver de forma mais plena. Em entrevista ao podcast de Simon Sinek, ela enfatiza a importância de “viver como se estivesse morrendo”, priorizando pequenos prazeres, como a saúde e os relacionamentos. Para Arthur, isso se traduziu em escolhas como […]
Alua Arthur, com mais de dez anos de experiência como “death doula”, compartilha insights sobre como viver de forma mais plena. Em entrevista ao podcast de Simon Sinek, ela enfatiza a importância de “viver como se estivesse morrendo”, priorizando pequenos prazeres, como a saúde e os relacionamentos. Para Arthur, isso se traduziu em escolhas como saborear “comidas deliciosas”, reduzir despesas com moradia e aceitar ajuda de outros.
A trajetória de Arthur na área de cuidados de fim de vida começou após uma carreira no Direito, marcada por burnout e depressão. Uma viagem a Cuba, onde conheceu uma viajante diagnosticada com câncer, a fez refletir sobre sua vida. Após apoiar seu cunhado em seus últimos dias, Arthur se dedicou a pesquisar sobre morte e cuidados paliativos, expressando seu desejo de “viver plenamente” e utilizar seus talentos em benefício dos outros.
Estudos revelam que mais da metade dos adultos nos EUA se sentem solitários, conforme um relatório de 2021 da Cigna. Além disso, muitos desejam ter priorizado saúde e relacionamentos ao final da vida, como apontado pela ex-trabalhadora de cuidados paliativos Bronnie Ware em seu livro “The Top Five Regrets of the Dying.” Para evitar arrependimentos, a médica Shoshana Ungerleider sugere refletir sobre a mortalidade e fazer perguntas sobre o que realmente importa na vida.
Ungerleider recomenda hábitos saudáveis, como uma dieta equilibrada e exercícios regulares, além de refletir sobre a própria mortalidade. Essa prática, segundo ela, pode proporcionar uma vida mais significativa e com propósito, independentemente da idade.
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