A autora descreve sua fuga para as montanhas de Bocaina de Minas, onde se refugia em uma cabana chamada Gaia, cercada pela natureza e pelo som das cigarras. Ela reflete sobre sua relação ambígua com o Carnaval, lembrando-se de momentos de alegria na infância e adolescência, mas também expressando um desejo de distanciamento da festa, […]
A autora descreve sua fuga para as montanhas de Bocaina de Minas, onde se refugia em uma cabana chamada Gaia, cercada pela natureza e pelo som das cigarras. Ela reflete sobre sua relação ambígua com o Carnaval, lembrando-se de momentos de alegria na infância e adolescência, mas também expressando um desejo de distanciamento da festa, especialmente após a morte de sua mãe em 2015, durante o período carnavalesco.
A experiência de estar no Rio durante o Carnaval é retratada como caótica e desagradável, com cenas de excessos e desrespeito nas ruas. A autora critica o trânsito e a falta de educação dos foliões, preferindo a tranquilidade das montanhas e a prática de atividades mais calmas, como ler e caminhar. Ela menciona a dificuldade de viajar durante o Carnaval, descrevendo as estradas e aeroportos como infernais, repletos de pessoas em busca de diversão.
Neste ano, a autora optou por um retiro chamado Detox, focado em alimentação saudável e práticas de bem-estar. Ela relata suas compras de alimentos frescos e a expectativa de participar de atividades como meditação, aulas de plantio e jantares sob as estrelas. A experiência promete um “Reset Vital”, contrastando com a agitação do Carnaval, e a autora se mostra curiosa sobre o que o retiro pode oferecer.
Por fim, a autora menciona a união dos brasileiros durante o Oscar, destacando a paixão pelo cinema nacional e a luta por justiça social. Ela celebra a importância de momentos de sonho e a grande ilusão que o Carnaval representa, encerrando com uma homenagem a Tom Jobim e Vinicius de Moraes, figuras icônicas da música brasileira.
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