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Ministério da Saúde lança diretriz que integra vigilância e atenção primária à saúde

- O Ministério da Saúde lançou a Diretriz Nacional para ACEs e ACSs, promovendo integração. - O Brasil conta com mais de 385 mil agentes de saúde, essenciais na vigilância. - A nova diretriz estrutura atividades em quatro categorias principais de saúde. - A formação técnica dos agentes é enfatizada, com programas de capacitação. - A diretriz visa reduzir desigualdades e fortalecer ações em áreas vulneráveis.

O Ministério da Saúde lançou, nesta quinta-feira (27), a Diretriz Nacional para a atuação integrada dos Agentes de Combate às Endemias (ACEs) e Agentes Comunitários de Saúde (ACSs). O evento ocorreu durante a reunião da Comissão Intergestores Tripartite (CIT) e contou com a colaboração de secretarias da pasta, do Conass e do Conasems. O objetivo […]

O Ministério da Saúde lançou, nesta quinta-feira (27), a Diretriz Nacional para a atuação integrada dos Agentes de Combate às Endemias (ACEs) e Agentes Comunitários de Saúde (ACSs). O evento ocorreu durante a reunião da Comissão Intergestores Tripartite (CIT) e contou com a colaboração de secretarias da pasta, do Conass e do Conasems. O objetivo é reforçar a integração entre as equipes de vigilância em saúde e atenção primária, potencializando o trabalho de mais de 385 mil agentes em todo o Brasil.

Atualmente, o país possui 104 mil ACEs e 281 mil ACSs, que desempenham papéis cruciais na identificação de riscos e na implementação de ações preventivas nas comunidades. A nova diretriz organiza suas atividades em quatro categorias principais: Vigilância e Identificação de Riscos à Saúde; Monitoramento de Condições e Agravos à Saúde Ambiental e Comunitária; Promoção da Saúde, Educação Comunitária e Mobilização Social; e Mitigação de Riscos e Ações Preventivas.

A secretária de Vigilância em Saúde e Ambiente, Ethel Maciel, destacou que a diretriz representa um compromisso ético com a saúde coletiva. Segundo ela, a integração entre vigilância e atenção primária é essencial, pois as doenças são influenciadas por condições ambientais, sociais e econômicas. A diretriz também enfatiza a formação técnica dos agentes, com programas como o “Mais Saúde com Agente”, que oferece cursos em Vigilância em Saúde.

A nova diretriz articula a Política Nacional de Vigilância em Saúde (PNVS) e a Política Nacional de Atenção Básica (PNAB), alinhadas aos princípios do SUS. A coordenadora de Vigilância em Saúde Ambiental, Eliane Ignotti, afirmou que a diretriz aprimora o planejamento e a execução de atividades preventivas, intensificando a atuação em áreas vulneráveis e contribuindo para a redução das desigualdades. A estratégia proposta visa que os profissionais atuem em territórios integrados, compartilhando informações e desenvolvendo ações conjuntas.

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