Com a chegada do carnaval em março, a utilização de banheiros químicos se torna uma preocupação para a saúde pública. A médica infectologista do Grupo Fleury, Carolina Lázari, destaca a importância de adotar estratégias para minimizar os riscos de contaminação em locais com alta circulação de pessoas. O consumo de álcool durante a folia pode […]
Com a chegada do carnaval em março, a utilização de banheiros químicos se torna uma preocupação para a saúde pública. A médica infectologista do Grupo Fleury, Carolina Lázari, destaca a importância de adotar estratégias para minimizar os riscos de contaminação em locais com alta circulação de pessoas. O consumo de álcool durante a folia pode aumentar a vontade de urinar, levando ao uso frequente desses banheiros, que podem ser menos higiênicos.
Para garantir uma experiência mais segura, Lázari recomenda algumas práticas. Primeiramente, é essencial guardar o celular enquanto se utiliza o banheiro, pois ele pode acumular germes ao ser manuseado com as mãos contaminadas. Além disso, o vaso sanitário é um dos locais mais sujos, e a higienização do assento com álcool em gel ou lenço desinfetante é fundamental antes do uso. As mulheres, que precisam se sentar, estão mais vulneráveis a infecções, tornando essa precaução ainda mais importante.
Outra dica é levar papel higiênico ou lenços umedecidos, já que o papel disponível pode estar contaminado. A higienização das mãos deve ser feita antes e depois do uso do banheiro, pois vírus e bactérias podem permanecer nas unhas e causar infecções. Se houver pia com sabonete líquido, a lavagem das mãos é recomendada, mas sabonetes em barra devem ser evitados devido ao acúmulo de bactérias.
Por fim, é aconselhável evitar o contato com as paredes do banheiro, já que muitas infecções são transmitidas por contaminação fecal. Sintomas como diarreia, náusea e dor abdominal podem surgir após o uso de banheiros mal higienizados. É importante estar ciente desses riscos, especialmente em eventos com grande aglomeração de pessoas.
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