Desde o início do governo de Donald Trump, cortes e medidas rigorosas têm impactado a ciência nos Estados Unidos e globalmente. O país, que é o maior produtor de pesquisas na área da saúde, enfrenta um cenário crítico após o Instituto Nacional de Saúde (NIH) sofrer um corte bilionário. Essa redução afeta não apenas a […]
Desde o início do governo de Donald Trump, cortes e medidas rigorosas têm impactado a ciência nos Estados Unidos e globalmente. O país, que é o maior produtor de pesquisas na área da saúde, enfrenta um cenário crítico após o Instituto Nacional de Saúde (NIH) sofrer um corte bilionário. Essa redução afeta não apenas a pesquisa, mas também o atendimento a pacientes, empregos e instituições de ensino, gerando incertezas entre os pesquisadores.
Embora a decisão tenha sido revertida judicialmente, as consequências podem ser graves, levando a uma desaceleração nas atividades de pesquisa e resultando em menos ensaios clínicos e descobertas fundamentais. A situação é ainda mais preocupante, pois os cortes também atingem entidades como a Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Agência Americana para Desenvolvimento Internacional (USAID), comprometendo ações essenciais para a redução das desigualdades globais.
A ordem executiva de Trump justifica os cortes com argumentos fiscais e críticas à gestão da pandemia de Covid-19 pela OMS, apontando falhas na adoção de reformas e na independência política da organização. Essa retirada dos Estados Unidos de organismos multilaterais pode ter um efeito dominó, incentivando outros países a seguir o mesmo caminho, como já ocorreu com a Argentina.
A saída dos EUA pode abrir espaço para a China expandir sua influência na área da saúde, especialmente após demonstrar capacidade técnica durante a pandemia. O mundo aguarda que os Estados Unidos reconsiderem sua posição, em benefício não apenas dos americanos, mas de todas as nações.
Entre na conversa da comunidade