A princesa Mette-Marit da Noruega, de 51 anos, casada com o príncipe herdeiro Haakon, enfrenta uma fibrose pulmonar crônica, diagnosticada em 2018. A condição a levou a cancelar compromissos oficiais em diversas ocasiões. No entanto, em 5 de março, ela visitou o hospital Ullevål em Oslo, onde interagiu com palhaços que animam crianças doentes, uma […]
A princesa Mette-Marit da Noruega, de 51 anos, casada com o príncipe herdeiro Haakon, enfrenta uma fibrose pulmonar crônica, diagnosticada em 2018. A condição a levou a cancelar compromissos oficiais em diversas ocasiões. No entanto, em 5 de março, ela visitou o hospital Ullevål em Oslo, onde interagiu com palhaços que animam crianças doentes, uma atividade compartilhada nas redes sociais da família real. Menos de 24 horas depois, a casa real divulgou um comunicado informando que a doença avançou, resultando em sintomas diários que afetam sua capacidade de trabalho.
O comunicado destaca que Mette-Marit precisará de mais descanso e que mudanças em sua agenda oficial podem ocorrer com maior frequência e menos aviso prévio. Apesar das dificuldades, a princesa expressou seu desejo de continuar trabalhando, prometendo que seu programa será organizado de forma a equilibrar saúde e obrigações. Mette-Marit sempre foi transparente sobre sua condição, discutindo o impacto da doença em sua vida e a importância de dar visibilidade a quem enfrenta problemas crônicos.
Recentemente, a princesa também lidou com desafios familiares, especialmente com seu filho Marius Borg Høiby, de 28 anos, que enfrentou acusações de delitos sexuais. Em uma entrevista, Mette-Marit descreveu 2024 como um ano exigente e difícil para sua família. A fibrose pulmonar é uma doença crônica que torna o tecido pulmonar rígido, exigindo tratamentos complexos e causando sintomas como cansaço e dores musculares, o que pode levar a cancelamentos de compromissos.
Atualmente, a princesa mantém alguns compromissos oficiais em Trondheim, relacionados aos Mundiais de esqui, programados para este fim de semana. A situação de Mette-Marit ressalta a necessidade de compreensão e apoio a pessoas que enfrentam doenças invisíveis, como ela mesma mencionou em declarações anteriores.
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