Mulheres do Distrito Federal com alto risco de câncer de mama agora têm acesso gratuito ao teste de mapeamento genético na rede pública de saúde, conforme a Lei nº 6.733/2020, proposta pelo deputado federal Rafael Prudente (MDB-DF). A medida visa antecipar diagnósticos e proporcionar um acompanhamento médico mais eficaz para aquelas com predisposição genética à […]
Mulheres do Distrito Federal com alto risco de câncer de mama agora têm acesso gratuito ao teste de mapeamento genético na rede pública de saúde, conforme a Lei nº 6.733/2020, proposta pelo deputado federal Rafael Prudente (MDB-DF). A medida visa antecipar diagnósticos e proporcionar um acompanhamento médico mais eficaz para aquelas com predisposição genética à doença. No Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março, Prudente enfatizou a importância do diagnóstico precoce, que pode aumentar significativamente as chances de tratamento bem-sucedido e salvar vidas.
O exame genético avalia mutações nos genes BRCA1 e BRCA2, que elevam o risco de câncer de mama e ovário. Com os resultados, as pacientes podem adotar medidas preventivas, como acompanhamento médico frequente e mudanças no estilo de vida. “Esse teste dá às mulheres o direito de se antecipar e se cuidar. A prevenção é sempre o melhor caminho”, destacou Prudente. O Instituto Nacional do Câncer (INCA) prevê 74 mil novos casos de câncer de mama no Brasil em 2024, ressaltando a relevância da saúde preventiva.
Além da lei mencionada, Prudente defende outras iniciativas voltadas ao bem-estar feminino, como o aluguel social para vítimas de violência doméstica, que oferece suporte financeiro para mulheres em situação de risco. Ele também propõe a criação de salas de apoio à amamentação em órgãos públicos, garantindo um espaço adequado para mães que precisam extrair e armazenar leite materno durante o expediente.
Outra pauta importante é a ampliação de exames ginecológicos e pré-natais na rede pública, visando fortalecer o atendimento preventivo e proporcionar mais segurança às mulheres em todas as fases da vida. “Saúde, segurança e dignidade são pilares fundamentais para garantir qualidade de vida às mulheres. A luta por políticas públicas efetivas precisa ser contínua”, finalizou Prudente.
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