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Oficina avalia Plano de Contingência de Arboviroses em Mato Grosso do Sul

- Oficina avaliou o Plano de Contingência de Arboviroses em Mato Grosso do Sul. - Foram discutidos 2.700 casos prováveis e um óbito confirmado até agora. - Participação de profissionais de saúde visa fortalecer a coordenação intersetorial. - A ação integra esforços do Ministério da Saúde e estados no combate a arboviroses. - O Plano Nacional estabelece diretrizes para enfrentar surtos de dengue, Zika e chikungunya.

O Ministério da Saúde, em colaboração com a Secretaria de Saúde do Mato Grosso do Sul (SES/MS), conduziu uma oficina na quarta-feira (19) para avaliar o Plano de Contingência de Arboviroses do estado. O evento, realizado na Escola de Saúde Pública Dr. Jorge David Nasser, contou com a presença de profissionais das áreas de vigilância […]

O Ministério da Saúde, em colaboração com a Secretaria de Saúde do Mato Grosso do Sul (SES/MS), conduziu uma oficina na quarta-feira (19) para avaliar o Plano de Contingência de Arboviroses do estado. O evento, realizado na Escola de Saúde Pública Dr. Jorge David Nasser, contou com a presença de profissionais das áreas de vigilância epidemiológica, assistência à saúde e controle vetorial. A gerente de Doenças Endêmicas da SES/MS, Jéssica Lemos, destacou a importância do encontro para planejar ações conjuntas no combate às arboviroses, especialmente com a chegada de novos gestores municipais.

Nos primeiros sete dias epidemiológicos de 2025, o Mato Grosso do Sul registrou 2.700 casos prováveis de arboviroses, com um óbito confirmado e outro em investigação, conforme dados do Painel de Monitoramento das Arboviroses. De acordo com o Infodengue, 14 dos 79 municípios do estado apresentam condições favoráveis à transmissão. A coordenadora-geral de Preparação para Emergências em Saúde Pública, Taynná Almeida, enfatizou a necessidade de revisar o plano para assegurar que as estratégias de prevenção e resposta sejam adequadas ao cenário epidemiológico local.

Durante a oficina, os participantes revisaram o documento do plano, identificando áreas que necessitam de aprimoramento e sugerindo melhorias para fortalecer a coordenação entre os setores de saúde. Karine Barbosa, coordenadora do Centro de Emergências em Saúde Pública da SES/MS, ressaltou a importância da integração intersetorial para uma resposta eficaz às emergências em saúde pública. A atividade também contou com a presença de Raquel Proença, assessora técnica do DEMSP, e José Braz Padilha, técnico da CGARB.

Desde o início do ano, o COE Dengue já visitou 16 estados e 27 municípios em todo o Brasil, incluindo cidades como Belo Horizonte (MG), Fortaleza (CE) e Rio de Janeiro (RJ). O Plano de Contingência Nacional para Dengue, Chikungunya e Zika estabelece diretrizes para a prevenção e controle durante surtos, enfatizando a necessidade de uma resposta organizada e a participação ativa da população.

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