O café é uma bebida amplamente consumida e apreciada, conhecida por seu teor de cafeína, que proporciona um impulso de energia e melhora o humor, além de beneficiar o metabolismo e o desempenho físico e mental. No entanto, muitos notam que o coração pode acelerar após a ingestão, um fenômeno que possui explicações científicas. Pesquisas […]
O café é uma bebida amplamente consumida e apreciada, conhecida por seu teor de cafeína, que proporciona um impulso de energia e melhora o humor, além de beneficiar o metabolismo e o desempenho físico e mental. No entanto, muitos notam que o coração pode acelerar após a ingestão, um fenômeno que possui explicações científicas. Pesquisas sobre o café remontam à década de 1960, quando a Universidade de Harvard o considerou um “fator de risco para doença coronariana”. Estudos subsequentes, no entanto, refutaram essa ideia, indicando que apenas o consumo excessivo, acima de cinco xícaras diárias, poderia ser prejudicial à saúde cardiovascular.
Atualmente, evidências da Faculdade de Medicina da Universidade Johns Hopkins mostram que consumidores de café têm menor risco de morte por doenças como derrame e problemas cardíacos. Contudo, o consumo seguro depende das quantidades ingeridas, pois excessos podem levar a sintomas como taquicardia. A Harvard Medical School investigou a relação entre o café e a fibrilação atrial, um distúrbio de ritmo cardíaco, e concluiu que, embora o café possa causar um leve aumento nas contrações ventriculares prematuras, estas são geralmente inofensivas.
Apesar dos benefícios associados ao consumo moderado de café, especialistas alertam para os riscos do excesso. A Fundação Espanhola do Coração recomenda não ultrapassar três xícaras diárias. Uma xícara de aproximadamente 150 ml contém entre 60 a 80 mg de cafeína, mas essa quantidade pode variar conforme fatores como torra e tipo de grão. A Autoridade Europeia para a Segurança Alimentar também sugere limites saudáveis para a ingestão de cafeína, reforçando a importância da moderação.
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