Nesta quinta-feira, 13 de fevereiro de 2024, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou da 364ª Reunião Ordinária do Conselho Nacional de Saúde (CNS), realizada na sede do Ministério da Saúde em Brasília. A reunião teve como foco os cinco anos da pandemia de Covid-19, a participação social na equidade dos direitos das mulheres e […]
Nesta quinta-feira, 13 de fevereiro de 2024, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou da 364ª Reunião Ordinária do Conselho Nacional de Saúde (CNS), realizada na sede do Ministério da Saúde em Brasília. A reunião teve como foco os cinco anos da pandemia de Covid-19, a participação social na equidade dos direitos das mulheres e as iniciativas do Programa Brasil Saudável. O atendimento à população em situação de rua na atenção primária também foi discutido. Esta foi a primeira vez que Padilha participou do CNS desde que reassumiu a pasta na última segunda-feira, 10 de fevereiro.
Durante a plenária, Padilha expressou suas expectativas para os próximos dois anos e agradeceu ao CNS pelo trabalho em defesa do Sistema Único de Saúde (SUS). Ele afirmou: “Alguns sentimentos me movem ao voltar para o Ministério da Saúde e um deles é consolidar a pasta com gestores municipais e estaduais. Como um espaço de controle social, o Conselho Nacional de Saúde é a maior barreira para o negacionismo nesse país e isso nos impulsiona para ser uma referência mundial”.
A presidente do CNS, Fernanda Magano, também destacou a importância do diálogo e dos compromissos estabelecidos na defesa do SUS. “Esperamos que essa reconstrução seja muito proveitosa para as entregas necessárias pela democracia e garantia da vida no nosso país”, afirmou. O representante da Confederação Nacional dos Trabalhadores Rurais, Agricultores e Agricultoras Familiares (Contag), José Ramix, enfatizou a urgência da valorização da diversidade na saúde, pedindo estratégias que fortaleçam o controle social e a gestão participativa.
Padilha reforçou a necessidade de atender ao pedido de Ramix, destacando a urgência em reduzir o tempo de espera por atendimentos especializados. “Só vamos conseguir fazer isso acontecer com uma atenção primária fortalecida, valorizada e equilibrada, além de reorganizar as redes de média e alta complexidade”, concluiu o ministro.
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