Neste fim de semana, a Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN), com o apoio da AstraZeneca, promove exames gratuitos de dosagem de creatinina no sangue no Rio de Janeiro, em alusão ao Dia Mundial do Rim, celebrado em 13 de março. A campanha nacional “Seus Rins estão OK? Faça o exame de creatinina e descubra!” visa […]
Neste fim de semana, a Sociedade Brasileira de Nefrologia (SBN), com o apoio da AstraZeneca, promove exames gratuitos de dosagem de creatinina no sangue no Rio de Janeiro, em alusão ao Dia Mundial do Rim, celebrado em 13 de março. A campanha nacional “Seus Rins estão OK? Faça o exame de creatinina e descubra!” visa aumentar a conscientização sobre a saúde renal e será realizada em dois locais: na Oficina do Sucesso, na Rocinha, neste sábado, e na Av. Atlântica, em frente ao Copacabana Palace, no domingo, ambos das 9h às 12h.
Ao todo, a SBN disponibilizará 10 mil testes em cinco dias de campanha, com 500 testes por regional. Os resultados dos exames permitirão que pacientes sejam encaminhados para atendimento médico em unidades de saúde locais. O presidente da SBN, José Andrade Moura Neto, destaca que cerca de 20 milhões de adultos no Brasil vivem com Doença Renal Crônica (DRC), muitos sem saber. O exame de creatinina é fundamental para a detecção precoce da doença, essencial para garantir acesso ao tratamento.
Os rins desempenham funções vitais, como a filtragem de toxinas e o controle da pressão arterial. Quando não funcionam adequadamente, podem levar à DRC, que, se não tratada, pode resultar na perda de até 90% da função renal. A Dra. Karina Fontão, Diretora Médica da AstraZeneca Brasil, ressalta que a iniciativa reforça o compromisso da empresa com o diagnóstico precoce e a redução do impacto da diálise e transplantes nos sistemas de saúde.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) estima que a DRC afete cerca de 10% da população mundial, podendo chegar a 36% em grupos de risco. No Brasil, a taxa é de aproximadamente 6,7% entre adultos, com o número triplicando entre os idosos. A campanha busca, portanto, não apenas diagnosticar, mas também promover uma política de saúde mais inclusiva e equitativa.
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