A busca por alternativas de baixo custo para medicamentos como Wegovy e Ozempic tem gerado discussões nas redes sociais, especialmente sobre o uso de fibras alimentares. Influenciadores têm promovido a psyllium, uma fibra que, ao ser misturada com água, forma um gel viscoso, aumentando a saciedade e, assim, funcionando como um inibidor de apetite. Essa […]
A busca por alternativas de baixo custo para medicamentos como Wegovy e Ozempic tem gerado discussões nas redes sociais, especialmente sobre o uso de fibras alimentares. Influenciadores têm promovido a psyllium, uma fibra que, ao ser misturada com água, forma um gel viscoso, aumentando a saciedade e, assim, funcionando como um inibidor de apetite. Essa fibra é extraída da casca das sementes da planta Plantago ovata e é conhecida por suas propriedades laxativas e espessantes.
Cientificamente, a psyllium é considerada benéfica para a saúde intestinal e é recomendada por nutricionistas para ajudar no controle da glicemia, pois retarda a absorção de carboidratos. Isso pode aliviar a carga sobre o pâncreas na produção de insulina. Contudo, especialistas alertam que a psyllium não é uma solução para o déficit calórico necessário para a perda de peso e não deve ser vista como um substituto para medicamentos à base de semaglutida, que são utilizados no tratamento da obesidade.
O Ozempic, que contém semaglutida, ganhou notoriedade recentemente por sua associação com a perda de peso, embora sua bula não indique o uso para esse fim. O medicamento atua imitando um hormônio que regula o apetite, promovendo a saciedade e estimulando a produção de insulina, o que resulta em menores níveis de glicose no sangue e, consequentemente, em uma redução da fome.
É importante ressaltar que nem todos podem consumir psyllium, e seu uso deve ser avaliado com cautela. Além disso, a eficácia da fibra em comparação com medicamentos como Ozempic não é comprovada, e a orientação de profissionais de saúde é fundamental para qualquer abordagem relacionada à perda de peso e controle glicêmico.
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