Papa Francisco foi hospitalizado em 14 de fevereiro devido a um quadro de bronquite e uma infecção respiratória que evoluiu para pneumonia dupla. Com 88 anos, o papa enfrentou crises de saúde graves durante sua internação, mas, após três semanas, os médicos afirmaram que ele não estava mais em estado crítico. A equipe médica destacou […]
Papa Francisco foi hospitalizado em 14 de fevereiro devido a um quadro de bronquite e uma infecção respiratória que evoluiu para pneumonia dupla. Com 88 anos, o papa enfrentou crises de saúde graves durante sua internação, mas, após três semanas, os médicos afirmaram que ele não estava mais em estado crítico. A equipe médica destacou a complexidade do caso, considerando sua fragilidade e a remoção de parte de um pulmão na juventude.
Nos dias seguintes à hospitalização, o papa apresentou uma infecção polimicrobiana e, em 18 de fevereiro, exames mostraram pneumonia em ambos os pulmões, resultando em tratamento com corticoides e antibióticos. Em 21 de fevereiro, os médicos informaram que ele ainda estava em estado crítico, mas não em risco iminente de morte. O tratamento incluiu a administração de oxigênio assistido e transfusões de sangue devido a anemia.
A saúde do papa apresentou flutuações, com episódios de insuficiência renal leve e crises respiratórias que exigiram intervenções médicas. Em 6 de março, ele gravou uma mensagem de agradecimento aos fiéis, embora sua voz estivesse fraca. A partir de 10 de março, os médicos começaram a otimizar o tratamento, e em 12 de março, uma radiografia mostrou melhora em seu estado.
Em 22 de março, foi anunciado que o papa receberia alta no dia seguinte, com um período de convalescença de pelo menos dois meses, durante o qual ele deve evitar encontros com grandes grupos. A recuperação de Francisco é um marco significativo em sua papado de 12 anos, refletindo a resiliência e a complexidade de sua saúde.
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