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Mulher com demência vive de forma independente e incentiva rotina e atividades sociais

Mary, diagnosticada com demência em 2016, desafia expectativas ao manter uma vida ativa e independente aos 86 anos. Suas atividades diárias, incluindo yoga e viagens, são essenciais para sua qualidade de vida. Com o apoio de cuidadores, ela compartilha sua experiência e encoraja outros a não se deixarem abater pelo diagnóstico.

Uma mulher de 86 anos, diagnosticada com demência em 2016, continua a viver de forma independente em sua casa, nove anos após o diagnóstico. Mary enfatiza a importância de manter-se ocupada e seguir uma rotina, recebendo três visitas diárias de cuidadores que a auxiliam com medicação, refeições e compras. Ela aconselha outros diagnosticados a “não […]

Uma mulher de 86 anos, diagnosticada com demência em 2016, continua a viver de forma independente em sua casa, nove anos após o diagnóstico. Mary enfatiza a importância de manter-se ocupada e seguir uma rotina, recebendo três visitas diárias de cuidadores que a auxiliam com medicação, refeições e compras. Ela aconselha outros diagnosticados a “não se preocupar, levar uma vida normal e esperar pelo melhor”.

Natural de Devon, Mary viveu fora do Reino Unido por muitos anos, incluindo passagens por Bogotá, Madri e Cidade do México. Ao retornar a Devon, não se recorda claramente de como recebeu o diagnóstico. Para ela, a atividade física é essencial; ela participa de um grupo comunitário semanal onde pratica yoga e artesanato. Recentemente, Mary viajou para Tenerife, onde desfrutou de atividades como observação de baleias e shows de flamenco.

Holly Willis, da empresa de cuidados Home Instead, observou que, ao iniciar o atendimento, Mary estava bastante confusa, mas ao longo dos anos, sua condição melhorou significativamente. “Ela quase melhorou”, disse Willis, destacando que a experiência de Mary pode trazer esperança a outros diagnosticados com demência, mostrando que a condição não necessariamente leva a um declínio acentuado.

Mary expressa gratidão por seus cuidadores, que possibilitam sua permanência em casa, afirmando que “não seria feliz em um lar de idosos”. Para ajudar na memória, ela mantém um diário de eventos diários, o que, segundo seus cuidadores, contribui para que ela se lembre de sua agenda movimentada.

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