O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e o presidente da Fiocruz, Mário Moreira, firmaram um Acordo de Cooperação Técnica nesta sexta-feira, visando um estudo preliminar sobre a integração do Hospital Federal da Lagoa com o Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz). A primeira reunião do grupo de […]
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e o presidente da Fiocruz, Mário Moreira, firmaram um Acordo de Cooperação Técnica nesta sexta-feira, visando um estudo preliminar sobre a integração do Hospital Federal da Lagoa com o Instituto Nacional de Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente Fernandes Figueira (IFF/Fiocruz). A primeira reunião do grupo de trabalho ocorrerá no dia 4 de abril, e o estudo terá duração de 60 dias, focando na avaliação das unidades e na ampliação dos serviços do Sistema Único de Saúde (SUS).
Padilha ressaltou que essa parceria é um passo significativo para fortalecer o IFF, que é referência na saúde materno-infantil. Ele afirmou que a integração permitirá potencializar a atuação do instituto sem a retirada de profissionais da Fiocruz. Moreira destacou as dificuldades estruturais enfrentadas pelo hospital e a necessidade de uma reestruturação para expandir a capacidade de atendimento, afirmando que a unidade já atingiu o limite de sua estrutura atual.
O IFF é conhecido por coordenar o maior banco de leite humano do Brasil e realizar cirurgias intrauterinas. Além de programas de pós-graduação, a unidade oferece capacitação para profissionais de saúde. O acordo foi assinado na presença de diversas autoridades, incluindo o diretor-geral do Hospital da Lagoa e a secretária de Estado de Saúde do Rio, Cláudia Melo.
O Ministério da Saúde também anunciou a criação de Planos de Ação para melhorar a gestão em 75 maternidades em todo o país, visando reduzir a mortalidade materna e infantil. As ações incluem melhorias nos processos de trabalho e na assistência ao parto, com a colaboração de profissionais do IFF/Fiocruz. O ministro Padilha enfatizou a importância da Fiocruz na qualificação dessas maternidades, que são essenciais para a saúde pública.
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