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Vacinação contra sarampo em queda: um terço das crianças não recebe a primeira dose a tempo

- Apenas 68,5% das crianças receberam a primeira dose da vacina MMR em 2024. - O surto de sarampo já contabiliza 565 casos nos EUA, o maior em anos. - A vacinação insuficiente aumenta o risco de complicações graves em crianças. - Disparidade entre áreas urbanas (75%) e rurais (65,5%) afeta a imunização. - Especialistas alertam que a falta de vacinação pode gerar grandes surtos.

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Os Estados Unidos estão enfrentando um surto grave de sarampo, com uma nova análise indicando que apenas 68,5% das crianças receberam a primeira dose da vacina MMR (sarampo, caxumba e rubéola) até os 15 meses em 2024. Esse número representa uma queda significativa em relação a 2020, quando mais de 77% das crianças estavam vacinadas nessa faixa etária. Até agora, foram registrados 565 casos de sarampo no país em 2024, o que marca apenas o terceiro ano com mais de 500 casos desde que a doença foi considerada eliminada há 25 anos. O Texas é o epicentro do surto, com um terço dos casos envolvendo crianças menores de cinco anos, a maioria não vacinada.

A análise também revelou uma disparidade nas taxas de vacinação entre áreas urbanas e rurais. Em áreas urbanas, 75% das crianças receberam a vacina até os 15 meses, enquanto apenas 65,5% das crianças em áreas rurais foram vacinadas. Essa diferença é atribuída a barreiras estruturais e à hesitação em vacinas, com mais pessoas em áreas rurais propensas a acreditar em desinformações sobre imunizações. O surto começou em Gaines County, Texas, onde a cobertura vacinal é particularmente baixa.

Um relatório adicional mostrou que apenas 80,4% das crianças tinham recebido as duas doses da vacina MMR até os seis anos, bem abaixo das estimativas do CDC (Centros de Controle e Prevenção de Doenças), que apontam cobertura de quase 93%. A análise da Truveta, que abrange registros eletrônicos de saúde de uma parte significativa da população dos EUA, sugere que a realidade pode ser ainda mais preocupante. Uma pesquisa recente indicou que apenas 71,8% das crianças tinham recebido pelo menos uma dose da vacina até os cinco anos. A redução nas taxas de vacinação aumenta o risco de surtos, especialmente em comunidades vulneráveis.

Os Estados Unidos estão enfrentando um dos piores surtos de sarampo em décadas, com uma nova análise revelando que apenas 68,5% das crianças receberam a primeira dose da vacina MMR (sarampo, caxumba e rubéola) até os 15 meses em 2024. Esse número representa uma queda significativa em relação a 2020, quando mais de 77% das crianças estavam vacinadas nessa faixa etária. O sarampo é uma doença altamente contagiosa e pode ser especialmente perigosa para crianças não vacinadas.

Até agora, foram reportados 565 casos de sarampo nos Estados Unidos em 2024, o que marca apenas o terceiro ano com mais de 500 casos desde que a doença foi considerada eliminada no país há 25 anos. O epicentro do surto atual está no Texas, onde um terço dos casos envolve crianças menores de cinco anos, a maioria delas não vacinadas. Especialistas alertam que a redução na taxa de vacinação aumenta o risco de surtos, especialmente em comunidades vulneráveis.

A análise também destacou uma disparidade nas taxas de vacinação entre áreas urbanas e rurais. Enquanto 75% das crianças em áreas urbanas receberam a vacina até os 15 meses, apenas 65,5% das crianças em áreas rurais foram vacinadas. Essa diferença é atribuída a barreiras estruturais e à hesitação em vacinas, com mais pessoas em áreas rurais propensas a acreditar em desinformações sobre imunizações.

Um relatório adicional indicou que apenas 80,4% das crianças tinham recebido as duas doses da vacina MMR até os seis anos, bem abaixo das estimativas do CDC (Centros de Controle e Prevenção de Doenças), que apontam cobertura de quase 93%. A análise da Truveta, que abrange registros eletrônicos de saúde de uma parte significativa da população dos EUA, sugere que a realidade pode ser ainda mais preocupante, com uma pesquisa recente mostrando que apenas 71,8% das crianças tinham recebido pelo menos uma dose da vacina até os cinco anos.

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