A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) proibiu a venda de suplementos alimentares que contenham ora-pro-nobis, uma planta não autorizada como ingrediente. A resolução foi publicada no Diário Oficial da União no dia três de abril e já está em vigor. A decisão ocorreu após a constatação de que a planta, cujo nome científico é Pereskia aculeata, não passou pela avaliação necessária de segurança e eficácia.
Apesar da proibição, grandes redes de farmácias continuam a vender cápsulas de ora-pro-nobis. Uma pesquisa realizada pela CNN no dia quatro de abril revelou que pelo menos cinco redes ainda disponibilizavam o produto em seus sites, incluindo Drogaria São Paulo, Drogarias Pacheco, Pague Menos, Panvel e Extrafarma. Algumas dessas farmácias afirmam que a planta é comercializada em outras formas, como cremes.
A Anvisa informou que a fiscalização da venda de suplementos é realizada pelas vigilâncias sanitárias locais. O Grupo DPSP, que opera as drogarias São Paulo e Pacheco, declarou que não comercializa suplementos à base de ora-pro-nobis e que está tomando medidas para suspender a operação de um fornecedor que estava vendendo o produto em canais digitais.
A Anvisa esclareceu que a proibição não afeta o consumo da planta in natura, que é tradicionalmente utilizada na alimentação, especialmente em Goiás e Minas Gerais. A agência ressaltou que os suplementos alimentares não são medicamentos e não podem alegar efeitos terapêuticos.
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) proibiu a venda de suplementos alimentares que contenham ora-pro-nobis, uma planta não autorizada como ingrediente. A resolução foi publicada no Diário Oficial da União no dia três de abril e já está em vigor. A decisão foi tomada após a constatação de que a planta, cujo nome científico é Pereskia aculeata, não passou pela avaliação necessária de segurança e eficácia.
Apesar da proibição, grandes redes de farmácias continuam a vender cápsulas de ora-pro-nobis. Uma pesquisa realizada pela CNN no dia quatro de abril revelou que pelo menos cinco redes ainda disponibilizavam o produto em seus sites. As farmácias identificadas foram Drogaria São Paulo, Drogarias Pacheco, Pague Menos, Panvel e Extrafarma. Algumas dessas redes afirmam que a planta é comercializada em outras formas, como cremes.
A Anvisa informou que a fiscalização da venda de suplementos é realizada pelas vigilâncias sanitárias locais. O Grupo DPSP, que opera as drogarias São Paulo e Pacheco, declarou que não comercializa suplementos à base de ora-pro-nobis e que está tomando medidas para suspender a operação de um fornecedor que estava vendendo o produto em canais digitais.
A Anvisa esclareceu que a proibição não afeta o consumo da planta in natura, que é tradicionalmente utilizada na alimentação, especialmente em Goiás e Minas Gerais. A agência ressaltou que os suplementos alimentares não são medicamentos e não podem alegar efeitos terapêuticos.
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