O Brasil enfrenta surtos ativos do fungo resistente Candida auris, conhecido como “superfungo”, em São Paulo e Pernambuco. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) alerta sobre o risco de disseminação em serviços de saúde, destacando que o fungo representa uma grave ameaça à saúde pública, capaz de causar infecções invasivas com alta mortalidade e custos elevados de internação.
Em Pernambuco, o Hospital Otávio de Freitas registrou quatro pacientes com Candida auris neste ano, todos oriundos da Unidade de Terapia Intensiva Clínica (UTI). Desde o primeiro caso em 2021, o estado contabiliza dez surtos e 76 casos confirmados. Em São Paulo, o Hospital do Servidor Público Estadual (HSPE) identificou pelo menos 15 pessoas que tiveram contato com o fungo após um caso fatal em um paciente de 73 anos, embora a morte tenha sido atribuída a complicações cirúrgicas.
Desde o primeiro surto no Brasil, em novembro de 2020, foram identificados 114 casos em diversos estados, incluindo Bahia, Rio de Janeiro e Minas Gerais. A Anvisa destaca que a resistência do Candida auris a antifúngicos comuns, como fluconazol e anfotericina B, torna a contenção de surtos um desafio, exigindo métodos especializados que muitos laboratórios não possuem.
O Candida auris foi relatado pela primeira vez no Japão em 2009 e, desde então, se espalhou por todos os continentes, exceto a Antártica. A detecção do fungo no Brasil ocorreu em um paciente de 59 anos internado em Salvador. A Anvisa continua monitorando a situação, enfatizando a necessidade de vigilância rigorosa em ambientes de saúde.
O Brasil enfrenta surtos ativos do fungo resistente Candida auris, conhecido como “superfungo”, em São Paulo e Pernambuco. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) alerta sobre o risco de disseminação em serviços de saúde, destacando que o fungo é uma grave ameaça à saúde pública, capaz de causar infecções invasivas com alta mortalidade e custos elevados de internação.
Em Pernambuco, o Hospital Otávio de Freitas registrou quatro pacientes com Candida auris neste ano, todos oriundos da Unidade de Terapia Intensiva Clínica (UTI). Desde o primeiro caso em 2021, o estado contabiliza dez surtos e 76 casos confirmados. Em São Paulo, o Hospital do Servidor Público Estadual (HSPE) identificou pelo menos 15 pessoas que tiveram contato com o fungo após um caso fatal em um paciente de 73 anos, embora a morte tenha sido atribuída a complicações cirúrgicas.
Desde o primeiro surto no Brasil, em novembro de 2020, foram identificados 114 casos em diversos estados, incluindo Bahia, Rio de Janeiro e Minas Gerais. A Anvisa destaca que a resistência do Candida auris a antifúngicos comuns, como fluconazol e anfotericina B, torna a contenção de surtos um desafio, exigindo métodos especializados que muitos laboratórios não possuem.
O Candida auris foi relatado pela primeira vez no Japão em 2009 e, desde então, se espalhou por todos os continentes, exceto a Antártica. A detecção do fungo no Brasil ocorreu em um paciente de 59 anos internado em Salvador. A Anvisa continua monitorando a situação, enfatizando a necessidade de vigilância rigorosa em ambientes de saúde.
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