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Cresce o consumo de crack em áreas nobres do Rio de Janeiro, revelam dados oficiais

- Levantamento revela 15 novos pontos de venda de crack fora das comunidades. - Moradores relatam insegurança e falta de ação das autoridades locais. - Aumento de dependentes químicos em situação de rua chega a 6.778 em 2022. - Secretários municipais pedem ação conjunta entre saúde e segurança pública. - Programa Seguir em Frente beneficiou 4.680 pessoas em situação de rua em 2023.

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Um levantamento recente das secretarias municipais de Ordem Pública e de Assistência Social do Rio de Janeiro identificou quinze novos pontos de venda e consumo de crack fora das comunidades, gerando preocupação entre os moradores. As áreas afetadas incluem o Centro e as zonas Norte e Sul da cidade, onde a insegurança e a falta de ação das autoridades têm sido amplamente reclamadas. O Disque Denúncia registrou setenta e sete cenas de consumo em trinta e cinco bairros apenas nos últimos meses.

Em Botafogo, a situação é alarmante, com usuários de crack se aglomerando em várias ruas. A presidente da Associação de Moradores de Botafogo, Regina Chiaradia, afirmou que a situação “está fora de controle” e destacou a necessidade de uma abordagem de saúde pública, questionando a eficácia das ações policiais. Moradores têm se sentido inseguros, com relatos de tentativas de invasão em residências e a presença constante de usuários em locais públicos, como praças e acessos a pontos turísticos.

O secretário de Ordem Pública do Rio, Brenno Carnevale, atribui o aumento do consumo à falta de investigação e repressão policial. Ele mencionou que a prefeitura não pode agir sozinha e que a responsabilidade deve ser compartilhada com as forças de segurança. A secretária de Assistência Social, Martha Rocha, também enfatizou a necessidade de uma atuação conjunta para mitigar os danos causados pelo tráfico de drogas.

O secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, destacou que a venda de crack ocorre em áreas próximas a delegacias, sugerindo uma conivência das autoridades. Ele ressaltou que o uso de crack reduz a expectativa de vida dos usuários em trinta e seis anos em comparação à média da população. A prefeitura lançou programas de apoio, mas a eficácia das ações ainda é questionada, com a necessidade de uma abordagem mais integrada entre saúde e segurança pública.

Um levantamento recente das secretarias municipais de Ordem Pública e de Assistência Social do Rio de Janeiro identificou quinze novos pontos de venda e consumo de crack fora das comunidades, gerando preocupação entre os moradores. As áreas afetadas incluem o Centro e as zonas Norte e Sul da cidade, onde a insegurança e a falta de ação das autoridades têm sido amplamente reclamadas. O Disque Denúncia registrou setenta e sete cenas de consumo em trinta e cinco bairros apenas nos últimos meses.

Em Botafogo, a situação é alarmante, com usuários de crack se aglomerando em várias ruas. A presidente da Associação de Moradores de Botafogo, Regina Chiaradia, afirmou que a situação “está fora de controle” e destacou a necessidade de uma abordagem de saúde pública, questionando a eficácia das ações policiais. Moradores têm se sentido inseguros, com relatos de tentativas de invasão em residências e a presença constante de usuários em locais públicos, como praças e acessos a pontos turísticos.

O secretário de Ordem Pública do Rio, Brenno Carnevale, atribui o aumento do consumo à falta de investigação e repressão policial. Ele mencionou que a prefeitura não pode agir sozinha e que a responsabilidade deve ser compartilhada com as forças de segurança. A secretária de Assistência Social, Martha Rocha, também enfatizou a necessidade de uma atuação conjunta para mitigar os danos causados pelo tráfico de drogas.

O secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, destacou que a venda de crack ocorre em áreas próximas a delegacias, sugerindo uma conivência das autoridades. Ele ressaltou que o uso de crack reduz a expectativa de vida dos usuários em trinta e seis anos em comparação à média da população. A prefeitura lançou programas de apoio, mas a eficácia das ações ainda é questionada, com a necessidade de uma abordagem mais integrada entre saúde e segurança pública.

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