Nesta sexta-feira, 4 de abril, é celebrado o Dia Nacional do Parkinsoniano, que busca aumentar a conscientização sobre a importância do apoio a pacientes com a doença de Parkinson. Especialistas, como o neurologista Edson Issamu Yokoo, afirmam que o diagnóstico muitas vezes causa medo e insegurança, pois muitos associam a condição a uma incapacidade severa. No entanto, muitos pacientes conseguem controlar os sintomas e não necessariamente evoluem para um estado debilitante.
Marcelo Valadares, neurocirurgião funcional da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), destaca que a ideia equivocada de que a doença é terminal contribui para o desespero inicial. A orientação adequada e o suporte emocional da família são essenciais para ajudar os pacientes a aceitarem o diagnóstico. A aceitação é importante para evitar complicações emocionais, como ansiedade e depressão.
Além do apoio familiar, a informação sobre a doença é fundamental para melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Valadares enfatiza a necessidade de uma abordagem multidisciplinar, que inclua fisioterapia e psicologia, para tratar a doença de forma eficaz. Manter uma rotina ativa e realizar exercícios físicos regularmente também são recomendados para aliviar os sintomas.
Os pacientes enfrentam sintomas motores, como tremores e rigidez, além de problemas não motores, como depressão e distúrbios do sono. Esses desafios exigem adaptações na rotina diária, e o suporte emocional de familiares e amigos é vital para promover uma convivência mais positiva e saudável.
Nesta sexta-feira, 4 de abril, celebra-se o Dia Nacional do Parkinsoniano, que visa promover a conscientização sobre a importância do apoio a pacientes diagnosticados com a doença de Parkinson. Especialistas, como o neurologista Edson Issamu Yokoo, destacam que o diagnóstico frequentemente gera medo e insegurança nos pacientes, que associam a condição a uma incapacidade severa. No entanto, muitos conseguem controlar os sintomas e não necessariamente evoluem para um estado debilitante.
Marcelo Valadares, neurocirurgião funcional da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), observa que a percepção equivocada de que a doença é terminal contribui para o desespero inicial. A orientação adequada e o suporte emocional da família são fundamentais para ajudar os pacientes a aceitarem o diagnóstico. A aceitação, segundo os especialistas, é crucial para evitar complicações emocionais, como ansiedade e depressão.
Além do apoio familiar, a informação sobre a doença é essencial para melhorar a qualidade de vida dos pacientes. Valadares enfatiza a importância de uma abordagem multidisciplinar, que inclui fisioterapia e psicologia, para tratar a doença de forma eficaz. Manter uma rotina ativa e realizar exercícios físicos regularmente também são recomendados para aliviar os sintomas.
Os pacientes enfrentam sintomas motores, como tremores e rigidez, além de problemas não motores, como depressão e distúrbios do sono. Esses desafios exigem adaptações na rotina diária, e o suporte emocional de familiares e amigos é vital para promover uma convivência mais positiva e saudável.
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