O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou uma nova campanha nacional de vacinação contra a gripe e o sarampo, que começará em todo o Brasil na próxima segunda-feira, dia sete. Ele destacou os desafios trazidos pelos movimentos antivacina, que se intensificaram durante a pandemia de covid-19, e ressaltou a importância de um esforço conjunto para combater o negacionismo. O Ministério da Saúde e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) desempenham papéis essenciais nesse combate.
Para fortalecer a campanha, Padilha planeja envolver escolas, artistas e líderes religiosos. Ele mencionou que está conversando com escolas de samba e artistas para promover a vacinação e que, em parceria com o ministro da Educação, Camilo Santana, pretende desenvolver uma campanha nas escolas. O objetivo é transformar esses espaços em locais de vacinação e disseminação da mensagem sobre a importância da imunização.
A campanha contra o sarampo focará em municípios prioritários, como Duque de Caxias e Niterói, onde o risco de surtos é maior devido ao contato com turistas. O ministro alertou sobre casos importados de sarampo já registrados, enfatizando a necessidade de imunização em setores com alta circulação de pessoas, como turismo e transporte.
Padilha também destacou a importância de articular esforços com a presidência brasileira do bloco Brics para apoiar a Organização Mundial de Saúde (OMS). Ele afirmou que o Brasil, por meio da Fiocruz, está preparado para desenvolver vacinas de RNA mensageiro, em resposta a cortes de financiamento nos Estados Unidos. O presidente da Fiocruz, Mario Moreira, reforçou a importância da luta pela ciência e pela saúde global, especialmente em tempos de crise.
O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, anunciou uma nova campanha nacional de vacinação contra a gripe e o sarampo, com início em todo o Brasil na próxima segunda-feira, dia sete. Durante o lançamento, Padilha destacou os desafios impostos pelos movimentos antivacina, que surgiram durante a pandemia de covid-19, e enfatizou a necessidade de um esforço coletivo para combater o negacionismo. Ele afirmou que o Ministério da Saúde e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) são essenciais nesse combate.
Para fortalecer a campanha, Padilha planeja envolver escolas, artistas e líderes religiosos. Ele mencionou que está dialogando com escolas de samba e artistas para promover a vacinação, além de desenvolver uma campanha nas escolas em parceria com o ministro da Educação, Camilo Santana. O objetivo é transformar as escolas em espaços de vacinação e difusão da mensagem sobre a importância da imunização.
A campanha contra o sarampo focará em municípios prioritários, como Duque de Caxias e Niterói, onde o risco de surtos é maior devido ao contato com turistas. O ministro alertou que casos importados de sarampo foram registrados, reforçando a necessidade de imunização em setores com alta circulação de pessoas, como turismo e transporte.
Padilha também mencionou a importância de uma articulação com a presidência brasileira do bloco Brics para apoiar a Organização Mundial de Saúde (OMS). Ele destacou que o Brasil, por meio da Fiocruz, está preparado para desenvolver vacinas de RNA mensageiro, em resposta a cortes de financiamento nos Estados Unidos. O presidente da Fiocruz, Mario Moreira, acrescentou que a luta pela ciência e pela saúde global é fundamental, especialmente em tempos de crise.
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