Quatro mortes e treze reações adversas em pacientes no Peru estão ligadas ao uso de um lote de soro fisiológico da marca Medifarma, que apresentou concentrações anormais de sódio. As vítimas, incluindo uma mulher de 46 anos e uma criança, sofreram complicações graves após receberem o produto em clínicas. O Ministério da Saúde do Peru denunciou a empresa e iniciou uma investigação sobre a falha no sistema de vigilância de medicamentos.
O caso começou em março, quando a clínica Sanna notificou a Direção Geral de Medicamentos, Insumos e Drogas (Digemid) sobre problemas com o soro. No entanto, a alerta sanitária foi emitida apenas dias depois, permitindo que o produto continuasse a ser utilizado. Especialistas confirmaram que os níveis de sódio no soro estavam perigosamente altos, com uma das vítimas apresentando 200 miliequivalentes por litro, muito acima do normal.
A Medifarma admitiu falhas nos protocolos de produção e controle de qualidade e pediu desculpas às famílias afetadas. O lote inicialmente identificado como contendo dez mil unidades foi posteriormente revelado como tendo vinte mil, com muitas unidades ainda não rastreadas. A Digemid suspendeu o registro do soro e fechou a fábrica, mas a retirada completa do produto do mercado ainda não foi realizada.
A situação gerou críticas à Digemid, que é vista como incapaz de garantir a segurança dos medicamentos no país. Mudanças na liderança da instituição ocorreram em meio à crise, mas a nova diretora também enfrentou questões de conflito de interesse. O Ministério da Saúde adquiriu soro de outra empresa para evitar desabastecimento, mas a comunidade médica permanece cética quanto à segurança do fornecimento atual.
Quatro mortes e treze reações adversas em pacientes no Peru estão relacionadas ao uso de um lote de soro fisiológico da marca Medifarma, que apresentou concentrações anormais de sódio. As vítimas, incluindo uma mulher de 46 anos e uma criança, sofreram complicações graves após receberem o produto em clínicas. O Ministério da Saúde do Peru denunciou a empresa e iniciou uma investigação sobre a falha no sistema de vigilância de medicamentos.
O caso começou em março, quando a clínica Sanna notificou a Direção Geral de Medicamentos, Insumos e Drogas (Digemid) sobre problemas com o soro. No entanto, a alerta sanitária foi emitida apenas dias depois, permitindo que o produto continuasse a ser utilizado. Especialistas confirmaram que os níveis de sódio no soro estavam perigosamente altos, com uma das vítimas apresentando 200 miliequivalentes por litro, muito acima do normal.
A Medifarma admitiu falhas nos protocolos de produção e controle de qualidade e pediu desculpas às famílias afetadas. O lote inicialmente identificado como contendo dez mil unidades foi posteriormente revelado como tendo vinte mil, com muitas unidades ainda não rastreadas. A Digemid suspendeu o registro do soro e fechou a fábrica, mas a retirada completa do produto do mercado ainda não foi realizada.
A situação gerou críticas à Digemid, que é vista como incapaz de garantir a segurança dos medicamentos no país. Mudanças na liderança da instituição ocorreram em meio à crise, mas a nova diretora também enfrentou questões de conflito de interesse. O Ministério da Saúde adquiriu soro de outra empresa para evitar desabastecimento, mas a comunidade médica permanece cética quanto à segurança do fornecimento atual.
Entre na conversa da comunidade