Em 2021, 259.601 pessoas perderam a vida em acidentes de trânsito na África, um aumento de 17% em relação à última década. Esse número alarmante supera as fatalidades causadas por conflitos armados, destacando a necessidade urgente de ações para melhorar a segurança viária no continente. De acordo com o Programa de Política de Transporte na África (SSATP), a cada dois minutos, uma pessoa morre em um acidente, afetando principalmente indivíduos entre dezoito e cinquenta e nove anos, que estão em idade produtiva.
A situação é crítica em países como a Guiné, onde a taxa de mortalidade chega a 37,4 por cada 100.000 habitantes, enquanto na Espanha essa taxa é de apenas 3,5. O SSATP alerta que as mortes e lesões decorrentes de acidentes de trânsito geram perdas econômicas significativas, equivalentes a 5% do PIB dos países africanos, além de aumentar os custos com saúde e agravar a pobreza.
Embora haja reconhecimento da necessidade de melhorias na segurança viária, muitos países ainda carecem de infraestrutura adequada e de leis rigorosas. Apenas 35 dos 54 países africanos possuem normas de design de estradas seguras, e apenas 29 recebem apoio orçamentário para suas agências de segurança viária. A falta de dados confiáveis sobre acidentes e lesões dificulta a formulação de estratégias eficazes para reduzir a sinistralidade.
A crescente motorização, com o número total de veículos dobrando entre 2013 e 2021, levanta preocupações sobre a segurança nas estradas. Especialistas ressaltam que a falta de regulamentação sobre veículos importados e a escassez de leis abrangentes para fatores de risco, como velocidade e uso de capacetes, contribuem para a gravidade da situação. A implementação da Carta Africana de Segurança Viária, que estabelece compromissos para reduzir as fatalidades, ainda é insatisfatória, com apenas 26 países assinando e 13 ratificando o documento.
Em 2021, 259.601 pessoas morreram em acidentes de trânsito na África, representando um aumento de 17% em relação à última década. Este número alarmante supera as fatalidades causadas por conflitos armados, evidenciando a urgência de ações efetivas para melhorar a segurança viária no continente. O relatório do Programa de Política de Transporte na África (SSATP) destaca que, a cada dois minutos, uma pessoa perde a vida em um acidente, afetando principalmente indivíduos entre dezoito e cinquenta e nove anos, que estão em idade produtiva.
A situação é ainda mais crítica em alguns países, como Guiné, onde a taxa de mortalidade é de 37,4 por cada 100.000 habitantes. Em comparação, a taxa na Espanha é de apenas 3,5. O SSATP alerta que as mortes e lesões resultantes de acidentes de trânsito geram perdas econômicas significativas, equivalentes a 5% do PIB dos países africanos, além de aumentar os custos com saúde e agravar a pobreza.
Embora haja um reconhecimento da necessidade de melhorias na segurança viária, muitos países ainda carecem de infraestrutura adequada e de leis rigorosas. Apenas 35 dos 54 países africanos possuem normas de design de estradas seguras, e apenas 29 recebem apoio orçamentário para suas agências de segurança viária. A falta de dados confiáveis sobre acidentes e lesões dificulta a formulação de estratégias eficazes para reduzir a sinistralidade.
A crescente motorização, com o número total de veículos dobrando entre 2013 e 2021, levanta preocupações sobre a segurança nas estradas. Especialistas ressaltam que a falta de regulamentação sobre veículos importados e a escassez de leis abrangentes para fatores de risco, como velocidade e uso de capacetes, contribuem para a gravidade da situação. A implementação da Carta Africana de Segurança Viária, que estabelece compromissos para reduzir as fatalidades, ainda é insatisfatória, com apenas 26 países assinando e 13 ratificando o documento.
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