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Governo britânico lança estratégia de saúde masculina para combater desigualdades e riscos

- O governo da Inglaterra iniciará consulta para nova estratégia de saúde masculina. - Homens têm maior taxa de mortalidade precoce, com quatro anos a menos que mulheres. - Machismo e falta de saúde literária dificultam acesso a serviços de saúde. - Desigualdade socioeconômica acentua diferenças na expectativa de vida entre homens. - Iniciativas baseadas em atividades podem engajar homens em cuidados com a saúde.

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O governo da Inglaterra anunciará uma consulta para desenvolver uma nova estratégia de saúde masculina, uma medida considerada tardia por especialistas. Os homens apresentam uma taxa de mortalidade precoce significativamente maior do que as mulheres, com fatores como hábitos de vida e acesso a serviços de saúde contribuindo para essa disparidade. A falta de saúde literária entre os homens e a dificuldade em buscar atendimento médico são questões centrais a serem abordadas.

Estudos indicam que os homens são mais propensos a fumar, consumir álcool e usar drogas, além de apresentarem níveis elevados de colesterol e pressão arterial. Esses fatores resultam em uma expectativa de vida inferior em quatro anos em comparação às mulheres e uma probabilidade de morte prematura quase 60% maior antes dos setenta e cinco anos, principalmente por doenças cardíacas e câncer. O professor Alan White, fundador da Men’s Health Forum, ressalta que a situação exige atenção urgente, especialmente após a pandemia, que resultou em um número significativo de mortes masculinas por Covid-19.

A cultura do machismo e as expectativas sociais em relação aos homens também influenciam negativamente a saúde. Mark Brooks, conselheiro político do All-Party Parliamentary Group on Men’s and Boy’s Issues, destaca que a pobreza agrava a situação, com homens em áreas mais carentes apresentando uma expectativa de vida até dez anos menor do que aqueles em regiões mais ricas. Além disso, menos de quarenta por cento dos homens aceitam os exames de saúde oferecidos pelo Serviço Nacional de Saúde (NHS), o que limita a detecção precoce de doenças.

Iniciativas como programas de saúde mental baseados em atividades têm mostrado resultados positivos, incentivando os homens a se envolverem em práticas saudáveis. O professor Paul Galdas, especialista em saúde masculina, menciona que os homens estão dispostos a discutir sua saúde, desde que as abordagens sejam práticas e envolventes. A nova estratégia de saúde masculina visa não apenas aumentar a conscientização, mas também criar um ambiente que facilite o acesso e a utilização dos serviços de saúde, promovendo um cuidado mais eficaz e abrangente.

O governo da Inglaterra anunciará uma consulta para desenvolver uma nova estratégia de saúde masculina, uma medida considerada tardia por especialistas. Os homens apresentam uma taxa de mortalidade precoce significativamente maior do que as mulheres, com fatores como hábitos de vida e acesso a serviços de saúde contribuindo para essa disparidade. A falta de saúde literária entre os homens e a dificuldade em buscar atendimento médico são questões centrais a serem abordadas.

Estudos indicam que os homens são mais propensos a fumar, consumir álcool e usar drogas, além de apresentarem níveis elevados de colesterol e pressão arterial. Esses fatores resultam em uma expectativa de vida inferior em quatro anos em comparação às mulheres e uma probabilidade de morte prematura quase 60% maior antes dos setenta e cinco anos, principalmente por doenças cardíacas e câncer. O professor Alan White, fundador da Men’s Health Forum, ressalta que a situação exige atenção urgente, especialmente após a pandemia, que resultou em um número significativo de mortes masculinas por Covid-19.

A cultura do machismo e as expectativas sociais em relação aos homens também influenciam negativamente a saúde. Mark Brooks, conselheiro político do All-Party Parliamentary Group on Men’s and Boy’s Issues, destaca que a pobreza agrava a situação, com homens em áreas mais carentes apresentando uma expectativa de vida até dez anos menor do que aqueles em regiões mais ricas. Além disso, menos de quarenta por cento dos homens aceitam os exames de saúde oferecidos pelo Serviço Nacional de Saúde (NHS), o que limita a detecção precoce de doenças.

Iniciativas como programas de saúde mental baseados em atividades têm mostrado resultados positivos, incentivando os homens a se envolverem em práticas saudáveis. O professor Paul Galdas, especialista em saúde masculina, menciona que os homens estão dispostos a discutir sua saúde, desde que as abordagens sejam práticas e envolventes. A nova estratégia de saúde masculina visa não apenas aumentar a conscientização, mas também criar um ambiente que facilite o acesso e a utilização dos serviços de saúde, promovendo um cuidado mais eficaz e abrangente.

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