Tatiana Weston-Webb, vice-campeã olímpica e uma das principais surfistas do mundo, anunciou no final de março que fará uma pausa no Circuito Mundial para cuidar de sua saúde emocional. A decisão foi tomada após a surfista identificar, com o auxílio de sua psicóloga, sinais de desgaste emocional e físico que poderiam evoluir para burnout. Com mais de dez anos de carreira e duas participações em ciclos olímpicos, incluindo uma final em 2024, Tatiana priorizará seu bem-estar durante esse período.
Durante a pausa, a atleta trabalhará com uma equipe multidisciplinar para focar em sua recuperação e equilíbrio, além de passar mais tempo com a família. Tatiana também pretende usar sua experiência para inspirar outros atletas a priorizarem sua saúde mental. Sua decisão se alinha a um movimento crescente entre atletas de elite, como a ginasta Simone Biles e a tenista Naomi Osaka, que também fizeram pausas por motivos semelhantes.
Especialistas destacam que a saúde mental é crucial para o desempenho e a longevidade na carreira de atletas. O burnout, caracterizado por exaustão física e emocional, pode resultar em queda de rendimento e dificuldades em manter a rotina de treinos. A prevenção envolve criar um ambiente saudável, com apoio psicológico contínuo e um equilíbrio entre a vida pessoal e profissional.
A professora Fernanda Faggiani, da PUCRS, enfatiza a importância do acompanhamento psicológico e da educação sobre saúde mental para atletas. A ferramenta “Sports Mental Health Assessment Tool – 1”, desenvolvida pelo Comitê Olímpico Internacional, será utilizada para monitorar a saúde mental dos atletas e permitir intervenções precoces. A adaptação da ferramenta para o contexto brasileiro visa promover uma avaliação mais precisa dos sintomas de transtornos mentais entre os atletas.
Tatiana Weston-Webb, vice-campeã olímpica e uma das principais surfistas do mundo, anunciou no final de março que fará uma pausa no Circuito Mundial para cuidar de sua saúde emocional. A decisão surgiu após a surfista identificar, com o auxílio de sua psicóloga, sinais de desgaste emocional e físico que poderiam evoluir para burnout. Com mais de dez anos de carreira e duas participações em ciclos olímpicos, incluindo uma final em 2024, Tatiana priorizará seu bem-estar durante esse período.
Durante a pausa, a atleta trabalhará com uma equipe multidisciplinar para focar em sua recuperação e equilíbrio, além de passar mais tempo com a família. Tatiana também pretende usar sua experiência para inspirar outros atletas a priorizarem sua saúde mental. A decisão dela se alinha a um movimento crescente entre atletas de elite, como a ginasta Simone Biles e a tenista Naomi Osaka, que também fizeram pausas por motivos semelhantes.
Especialistas destacam que a saúde mental é crucial para o desempenho e a longevidade na carreira de atletas. O burnout, caracterizado por exaustão física e emocional, pode resultar em queda de rendimento e dificuldades em manter a rotina de treinos. A prevenção envolve criar um ambiente saudável, com apoio psicológico contínuo e um equilíbrio entre a vida pessoal e profissional.
A professora Fernanda Faggiani, da PUCRS, enfatiza a importância do acompanhamento psicológico e da educação sobre saúde mental para atletas. A ferramenta “Sports Mental Health Assessment Tool – 1”, desenvolvida pelo Comitê Olímpico Internacional, será utilizada para monitorar a saúde mental dos atletas e permitir intervenções precoces. A adaptação da ferramenta para o contexto brasileiro visa promover uma avaliação mais precisa dos sintomas de transtornos mentais entre os atletas.
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