Xulia Alonso, autora de “Futuro Imperfecto”, compartilha sua experiência com a adição à heroína e a perda de seu parceiro, Nico, que faleceu em decorrência do HIV/AIDS. Em uma entrevista, ela explica que a dependência começou como um “jogo” e que a sociedade foi pega de surpresa pela crise das drogas e da epidemia. O livro, escrito inicialmente como um legado para sua filha, foi publicado em dois mil e dez e busca desestigmatizar tanto a adição quanto a doença.
Alonso destaca que a heroína proporcionava alívio, mas a abstinência gerava um medo ainda maior. Ela observa que a epidemia de HIV/AIDS afetou muitas famílias, transformando jovens em dependentes e aumentando a criminalidade. A falta de informação e o estigma em torno da doença dificultaram a aceitação e o tratamento dos afetados, criando um ambiente hostil para aqueles que viviam com o vírus.
Embora campanhas de conscientização tenham contribuído para reduzir o estigma, a autora acredita que ainda há um longo caminho a percorrer. Dados de dois mil e vinte e três indicam que cerca de quarenta milhões de pessoas vivem com HIV no mundo, e a falta de acompanhamento médico em muitos países continua a ser um desafio. Alonso enfatiza a importância da saúde pública e do acesso à medicação eficaz.
Atualmente, ela se sente grata pela vida que leva e pela possibilidade de ver seus netos crescerem. Alonso continua a trabalhar em projetos que visam aumentar a visibilidade e a compreensão sobre a adição e o HIV/AIDS, promovendo um diálogo aberto e honesto sobre esses temas.
Xulia Alonso, autora de “Futuro Imperfecto”, compartilha sua experiência com a adição à heroína e a perda de seu parceiro, Nico, que faleceu em decorrência do HIV/AIDS. Em entrevista, ela destaca que a dependência começou como um “jogo” e que a sociedade foi pega de surpresa por essa crise. O livro, escrito inicialmente como um legado para sua filha, foi publicado em 2010 e busca desestigmatizar a adição e a doença.
Alonso enfatiza que a heroína lhe proporcionava uma sensação de alívio, mas a abstinência trazia um medo ainda maior. Ela observa que a epidemia de HIV/AIDS afetou muitas famílias, transformando jovens em dependentes e levando a um aumento da criminalidade. A falta de informação e o estigma em torno da doença dificultaram a aceitação e o tratamento dos afetados.
A autora menciona que, embora campanhas de conscientização tenham ajudado a reduzir o estigma, ainda há um longo caminho a percorrer. Segundo dados de 2023, cerca de 40 milhões de pessoas vivem com HIV no mundo, e a falta de acompanhamento médico em muitos países continua a ser um desafio. Alonso ressalta a importância da saúde pública e do acesso à medicação eficaz.
Atualmente, Alonso se sente grata pela vida que leva e pela possibilidade de ver seus netos crescerem. Ela continua a trabalhar em projetos que visam aumentar a visibilidade e a compreensão sobre a adição e o HIV/AIDS, buscando um diálogo aberto e honesto sobre esses temas.
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