As farmacêuticas, tradicionalmente consideradas um setor seguro para investidores, enfrentam incertezas após a nomeação de Robert F. Kennedy Jr. como secretário de Saúde nos Estados Unidos. A expectativa de um retrocesso nas políticas de vacinação, somada à saída de Peter Marks, um importante funcionário da Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA), resultou em quedas significativas nas ações de empresas como Moderna e Novavax, que registraram desvalorizações entre sete e dez por cento.
A nova administração tem gerado um impacto negativo nas ações de fabricantes de vacinas e biotecnológicas. Analistas financeiros criticam a nomeação de Kennedy, conhecido por suas posições antivacinas, apontando que isso pode desincentivar a pesquisa e o uso de vacinas. Além disso, empresas menores, como Taysha Gene Therapies e Sarepta Therapeutics, também sofreram quedas expressivas, entre quinze e vinte e três por cento.
Desde o início da pandemia, a evolução das farmacêuticas americanas tem sido desigual. A Pfizer, por exemplo, perdeu mais da metade de seu valor desde dezembro de dois mil e vinte e um, enquanto a Ely Lilly, que se destacou com medicamentos para obesidade, se tornou a farmacêutica mais valiosa do mundo, com uma capitalização de mercado superior a setecentos bilhões de dólares. Em contrapartida, a Novo Nordisk enfrenta dificuldades com resultados decepcionantes em seus ensaios clínicos.
A incerteza política e econômica, além de tarifas e do negacionismo científico, criam um ambiente desafiador para as farmacêuticas. Um relatório do banco UBS destaca que as avaliações das empresas estão em seu nível mais baixo em quinze anos. Apesar das dificuldades, algumas empresas, como GSK e Sanofi, foram isentas de tarifas, trazendo um alívio temporário ao setor.
As farmacêuticas, tradicionalmente vistas como um setor defensivo, enfrentam um momento de incerteza após a nomeação de Robert F. Kennedy Jr. como secretário de Saúde nos Estados Unidos. A expectativa de um retrocesso nas políticas de vacinação e a saída de Peter Marks, um importante funcionário da Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA), resultaram em quedas significativas nas ações de empresas como Moderna e Novavax, que viram suas cotações despencar entre sete e dez por cento.
O impacto da nova administração sobre a indústria farmacêutica é evidente, com a desvalorização das ações de fabricantes de vacinas e biotecnológicas. A situação se agrava com a crítica de analistas financeiros, que apontam a nomeação de Kennedy, conhecido por suas posições antivacinas, como um fator que pode desincentivar a pesquisa e o uso de vacinas. As ações de empresas menores, como Taysha Gene Therapies e Sarepta Therapeutics, também sofreram quedas expressivas, entre quinze e vinte e três por cento.
Enquanto isso, a evolução das farmacêuticas americanas desde a pandemia tem sido desigual. Pfizer, por exemplo, perdeu mais da metade de seu valor desde dezembro de dois mil e vinte e um, enquanto a Ely Lilly, que se destacou com medicamentos para obesidade, se tornou a farmacêutica mais valiosa do mundo, com uma capitalização de mercado superior a setecentos bilhões de dólares. Em contrapartida, a Novo Nordisk enfrenta dificuldades com resultados decepcionantes em seus ensaios clínicos.
A incerteza política e econômica, somada a tarifas e ao negacionismo científico, tem gerado um ambiente desafiador para as farmacêuticas. Um relatório do banco UBS destaca que as avaliações das empresas estão em seu nível mais baixo em quinze anos, com as principais farmacêuticas cotando a zero vírgula noventa e dois sobre o valor em livros. Apesar das dificuldades, algumas empresas, como GSK e Sanofi, foram isentas de tarifas, o que trouxe um alívio temporário ao setor.
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