Carlos Egea, que estuda o sono há muitos anos e é presidente da Federação Espanhola de Sociedades de Medicina do Sono, alerta que muitos espanhóis não estão dormindo o suficiente. Ele menciona que seis em cada dez pessoas não descansam o necessário durante a semana. Egea também fala sobre o aumento do uso de medicamentos para dormir, especialmente entre adolescentes, que muitas vezes os usam sem receita médica. Ele explica que o sono é muito importante para a saúde, pois ajuda o corpo a se recuperar e a regular funções essenciais. Para um sono adequado, adultos devem dormir entre sete e nove horas, enquanto adolescentes precisam de pelo menos nove horas. Egea observa que o trabalho e os horários escolares dificultam o descanso, especialmente para mulheres acima de trinta anos. Além disso, ele destaca que a cultura atual, com a pressão para estar sempre ativo, contribui para a insônia. Para melhorar o sono, Egea sugere evitar preocupações antes de dormir, criar um ambiente confortável e seguir uma rotina noturna. Ele recomenda que a última refeição seja feita duas horas antes de dormir e que o uso de eletrônicos seja limitado nesse período.
Carlos Egea, presidente da Federação Espanhola de Sociedades de Medicina do Sono, alerta para o aumento do uso de hipnóticos na Espanha, especialmente entre adolescentes. Ele destaca que seis de cada dez espanhóis não dormem o necessário durante a semana, o que contribui para uma cultura de sono prejudicada. Egea menciona o “efeito Amazon”, onde as pessoas desejam dormir imediatamente, refletindo uma crescente insatisfação com a qualidade do sono.
O especialista explica que o sono é crucial para a saúde, pois durante esse período o corpo realiza funções vitais, como a limpeza de substâncias nocivas do cérebro e a regulação hormonal. Para um sono considerado adequado, os adultos devem dormir entre sete e nove horas, enquanto adolescentes precisam de pelo menos nove horas. Egea observa que a carga de trabalho e os horários das jornadas laborais impactam negativamente o descanso, especialmente entre mulheres acima de trinta anos.
Egea também aponta que cerca de sete por cento dos adolescentes utilizam medicamentos para dormir, frequentemente sem prescrição médica. Ele enfatiza que a falta de sono é um problema cultural, exacerbado por horários escolares que não respeitam o ritmo natural dos jovens. Além disso, a influência das redes sociais e a dificuldade em desconectar-se das telas contribuem para a insônia.
Para melhorar a qualidade do sono, Egea sugere três dicas: primeiro, evitar pensamentos perturbadores antes de dormir; segundo, criar um ambiente confortável e reservado apenas para o sono; e terceiro, estabelecer uma rotina noturna consistente. Ele recomenda que a última refeição ocorra duas horas antes de dormir e que o uso de dispositivos eletrônicos seja limitado nesse período, a fim de garantir um descanso reparador.
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