Cinco cientistas ganharam um prêmio importante por ajudarem a criar medicamentos para emagrecer, chamados Ozempic e Wegovy. O prêmio foi dividido entre quatro pesquisadores que estudaram uma substância chamada GLP-1 e Lotte Bjerre Knudsen, que trabalhou na empresa que fez os remédios. Também, um prêmio em física foi dado a mais de treze mil físicos por seu trabalho em um laboratório na Europa, que ajudará estudantes a visitarem o local.
Além disso, a estrela do girassol, que está em perigo de extinção, encontrou um lugar seguro nos fjords do Canadá. Apesar de uma doença que tem matado muitas dessas estrelas, as que estão lá parecem estar mais saudáveis.
Nos Estados Unidos, muitos pesquisadores internacionais estão preocupados porque algumas pessoas foram presas por autoridades de imigração. Algumas prisões estão ligadas a protestos, enquanto outras foram por problemas menores. Universidades estão processando o governo por causa disso, pois os acadêmicos estão com medo pela sua segurança.
Por último, especialistas estão alertando sobre o uso da inteligência artificial na ciência. Eles dizem que pode haver muitos erros quando pessoas sem experiência usam essas tecnologias, e isso pode dar a impressão de que estamos avançando, quando na verdade não estamos.
Cinco cientistas foram agraciados com o Breakthrough Prize, um dos prêmios mais valiosos em ciência, por suas contribuições ao desenvolvimento dos medicamentos para perda de peso Ozempic e Wegovy. O prêmio é dividido entre quatro pesquisadores que descobriram e caracterizaram o GLP-1 (peptídeo semelhante ao glucagon-1) e Lotte Bjerre Knudsen, da farmacêutica Novo Nordisk, que liderou o desenvolvimento dos fármacos. Além disso, um prêmio em física fundamental foi concedido a mais de treze mil físicos pelo trabalho realizado no CERN, laboratório de física de partículas da Europa, com o objetivo de financiar a visita de estudantes internacionais ao colisor.
Em outra frente, a estrela do girassol, espécie criticamente ameaçada, encontrou um refúgio nos fjords canadenses, onde as populações permanecem estáveis apesar da presença de uma doença misteriosa que tem dizimado a espécie. Desde 2013, a doença causou a morte de noventa por cento das estrelas do girassol no mundo. Pesquisadores observaram que, nas águas frias e profundas da Colúmbia Britânica, as estrelas apresentam sinais da doença, mas sem alta mortalidade.
Nos Estados Unidos, a comunidade acadêmica enfrenta um clima de medo e incerteza devido a detenções de pesquisadores internacionais por parte das autoridades de imigração. Algumas prisões estão ligadas a protestos em apoio aos palestinos em Gaza, enquanto outras, como a de um bioinformata, ocorreram por questões administrativas, como a não declaração de embriões de rã na fronteira. Organizações de professores universitários processaram o governo em resposta a essas ações, destacando a preocupação com a segurança e liberdade dos acadêmicos.
Por fim, a crescente influência da inteligência artificial na ciência é alvo de críticas por especialistas, que alertam para os riscos de erros em modelos utilizados por pesquisadores sem formação em ciência da computação. Os cientistas Arvind Narayanan e Sayash Kapoor afirmam que a superestimação das capacidades preditivas de modelos de IA pode criar uma ilusão de progresso, enquanto os avanços reais estagnam.
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