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Privação de sono afeta metabolismo e saúde cerebral, revelam estudos recentes

Privação do sono impacta o metabolismo celular e aumenta riscos de doenças neurodegenerativas, revelam novos estudos.

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A falta de sono é um problema que afeta muitas pessoas e pode prejudicar a saúde. Uma nova pesquisa publicada na revista Science Signaling mostra que não dormir o suficiente afeta o funcionamento das células do corpo, incluindo as do cérebro, o que pode causar problemas de memória e dificuldades de aprendizado. Quando não dormimos bem, o corpo não consegue regular a energia de forma adequada, o que pode levar a doenças como obesidade e diabetes.

Os pesquisadores da Universidade de Saint Joseph, nos Estados Unidos, estudaram como a falta de sono impacta diferentes células, especialmente as neuronas. Durante o sono, o cérebro se limpa de toxinas e fortalece as conexões entre as células, mas isso não acontece quando não dormimos o suficiente. A pesquisa sugere que a privação do sono pode ser um fator que contribui para doenças como Alzheimer e Parkinson, que têm efeitos semelhantes nos processos metabólicos.

Os cientistas alertam que os danos causados pela falta de sono podem durar muito tempo e que recuperar o sono perdido não é fácil. A coordenadora do grupo de Cronobiologia da Sociedade Espanhola do Sono, María José Martínez Madrid, destaca que os problemas metabólicos acumulados não podem ser revertidos facilmente. Estima-se que entre 20% e 48% da população tenha dificuldades para dormir, o que mostra que a privação do sono é um sério problema de saúde pública.

A privação do sono é um problema crescente que afeta a saúde de milhões de pessoas. Uma nova revisão científica publicada na revista Science Signaling destaca que a falta de sono prejudica o metabolismo celular, impactando funções cognitivas e aumentando o risco de doenças neurodegenerativas, como Alzheimer e Parkinson. Os autores afirmam que dormir mal altera o funcionamento metabólico de diversas células, incluindo neuronas, o que afeta a memória e a cognição a longo prazo.

O estudo revela que a privação do sono resulta em um desequilíbrio na homeostase energética, levando a um déficit de energia para atividades essenciais, como a formação de memórias. A coordenadora da Unidade do Sono do Hospital Sant Pau, Ana Fortuna, explica que a falta de sono provoca alterações na regulação hormonal, favorecendo a inflamação e o estresse oxidativo, fatores que podem contribuir para doenças cardiovasculares e metabólicas.

Os pesquisadores da Universidade de Saint Joseph (Estados Unidos) analisaram como a falta de sono afeta diferentes tipos de células, incluindo as do cérebro. Durante o sono, o cérebro realiza um “limpeza” de toxinas e fortalece as conexões neuronais, processos que são comprometidos pela privação do sono. A revisão sugere que a falta de sono pode ser um fator precipitante para doenças neurodegenerativas, com perfis metabólicos semelhantes aos observados em condições como Alzheimer e Parkinson.

Os cientistas alertam que os efeitos da privação do sono podem ser duradouros e que a recuperação do sono não é simples. A coordenadora do grupo de trabalho de Cronobiologia da Sociedade Espanhola do Sono, María José Martínez Madrid, afirma que o dano metabólico acumulado não pode ser facilmente revertido. A Sociedade Espanhola de Neurologia estima que entre 20% e 48% da população enfrenta problemas de sono, evidenciando a necessidade de tratar a privação do sono como um sério problema de saúde pública.

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