O aumento dos casos de demência, como o Alzheimer, é um problema crescente, especialmente com o envelhecimento da população. Um estudo da UFRJ mostrou que jogos digitais que treinam o cérebro, chamados neurogames, podem ajudar idosos com leve perda de memória. Essa condição é um sinal de que a pessoa pode ter um risco maior de desenvolver demência.
Na pesquisa, 66 participantes com mais de 60 anos foram divididos em dois grupos. Um grupo fez exercícios de treinamento cognitivo, enquanto o outro jogou jogos comuns. Os que participaram do treinamento mostraram uma melhora de 21% na capacidade de realizar tarefas do dia a dia e um aumento de 36,75% no aprendizado. Os exercícios foram feitos em sessões curtas, com recomendações de treinar pelo menos duas vezes por semana. Após o treinamento, os idosos se sentiram mais confiantes e capazes de realizar suas atividades diárias.
Além disso, outro estudo da Unicamp revelou que a musculação também pode ajudar a proteger o cérebro dos idosos contra problemas de memória. Aqueles que praticaram musculação melhoraram a memória e tiveram proteção em áreas do cérebro ligadas ao Alzheimer. Essas descobertas mostram que é importante buscar formas de cuidar da saúde mental dos idosos sem depender apenas de medicamentos.
O aumento dos casos de demência, especialmente Alzheimer, é uma preocupação crescente devido ao envelhecimento da população. Um estudo da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) revelou que o treinamento cognitivo digital, por meio de neurogames, pode ser uma intervenção eficaz para melhorar a funcionalidade de idosos com comprometimento cognitivo leve. Essa condição é um indicativo de risco elevado para demência, e a pesquisa sugere que intervenções precoces podem retardar o desenvolvimento da doença.
O estudo, conduzido pelo Laboratório de Neurociências e Aprimoramento Cerebral (LabNACe) da UFRJ, envolveu sessenta e seis participantes com mais de sessenta anos. Os voluntários foram divididos em dois grupos: um realizou exercícios de treinamento cognitivo digital, enquanto o outro jogou jogos online comuns. Os resultados mostraram uma melhoria de 21% na funcionalidade e um aumento de 36,75% no aprendizado entre os que participaram do treinamento cognitivo.
Os exercícios foram projetados para aprimorar funções executivas, essenciais para a autonomia e a tomada de decisões. Os participantes completaram quatro exercícios diferentes em sessões de quinze minutos, com recomendações de treinar pelo menos duas vezes por semana. A pesquisa destaca que, após o treinamento, os idosos se tornaram mais confiantes e capazes de realizar suas atividades diárias.
Além do treinamento cognitivo, um estudo da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) indicou que a musculação também pode proteger o cérebro de idosos contra a neurodegeneração. Os participantes que praticaram musculação apresentaram melhorias na memória e proteção contra atrofia em áreas cerebrais associadas à doença de Alzheimer. Essas descobertas reforçam a importância de intervenções não farmacológicas para a saúde cognitiva em idosos.
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