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México registra primeira morte por gripe aviária H5N1 na América Latina

Gripe aviária H5N1 causa primeira morte no México e levanta alerta na América Latina. Contatos próximos da vítima testaram negativo, mas risco de transmissão persiste.

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A Secretaria de Saúde do México confirmou a morte de uma menina de três anos, a primeira vítima da gripe aviária H5N1 no país e na América Latina. A criança estava internada em estado grave devido a problemas respiratórios e faleceu após ser tratada com um antiviral. O caso foi identificado no dia 1º de abril. Testes em familiares e profissionais de saúde que tiveram contato com a menina mostraram resultados negativos, o que indica que o risco de transmissão entre humanos é baixo. Até agora, não há outros casos suspeitos no México.

A gripe H5N1, que normalmente afeta aves, tem gerado preocupação desde 2022, com infecções em mamíferos e alguns casos em humanos. Desde 2003, a Organização Mundial da Saúde registrou 954 casos de H5N1 em humanos, com uma taxa de letalidade de 48,6%. A maioria dos casos ocorreu em países como Egito, Indonésia e Vietnã. No Brasil, a cepa foi detectada em aves silvestres em maio de 2023, mas não há registros de infecções em humanos ou animais de criação. Especialistas alertam que o vírus pode se adaptar e se tornar um risco maior se conseguir se transmitir entre pessoas.

A Secretaria de Saúde do México confirmou a morte de uma menina de três anos, a primeira vítima da gripe aviária H5N1 no país e na América Latina. O óbito ocorreu após a criança ser internada em estado grave devido a complicações respiratórias. O caso foi identificado no dia 1º de abril, e a paciente estava sendo tratada com um antiviral específico para Influenza.

Os testes realizados em familiares e profissionais de saúde que tiveram contato com a menina resultaram negativos, indicando um baixo risco de transmissão do vírus entre humanos. Até o momento, não foram registrados outros casos suspeitos no país. A Secretaria de Saúde informou que 38 contatos foram testados e todos apresentaram resultados negativos.

A cepa H5N1, que circula principalmente entre aves, tem gerado preocupação global desde 2022, com infecções em mamíferos e casos esporádicos em humanos. Desde 2003, a Organização Mundial da Saúde (OMS) registrou 954 casos de H5N1 em humanos, com uma taxa de letalidade de 48,6%. A maioria dos casos ocorreu em países como Egito, Indonésia e Vietnã.

No Brasil, a cepa foi detectada em aves silvestres em maio de 2023, mas não há registros de infecções em animais de criação ou humanos. Especialistas alertam para a necessidade de monitoramento, já que o vírus tem mostrado capacidade de adaptação e pode representar um risco maior caso adquira a habilidade de transmissão entre pessoas.

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