A ursa Paca, que era um símbolo da proteção do urso pardo cantábrico, foi sacrificada recentemente por causa de problemas de saúde. Ela tinha 36 anos e estava com dificuldades de se mover, além de não conseguir mais tomar os remédios que precisava. Veterinários decidiram que a eutanásia era a melhor opção após um exame que mostrou que seu estado de saúde era irreversível. O corpo dela será examinado para entender melhor a causa de sua deterioração.
Paca e sua irmã Tola foram resgatadas de um caçador furtivo há 30 anos e se tornaram importantes para a conscientização sobre a conservação da espécie, que estava em risco de extinção. Desde então, elas viveram sob cuidados humanos, primeiro em diferentes lugares e, desde 1996, em um cercado específico. A história delas ajudou a aumentar a população de ursos na região, que cresceu bastante nos últimos anos. A morte de Paca deixa um vazio no cercado, que agora conta com a presença de outra ursa chamada Molina. A proteção do urso pardo começou em 1967, quando a caça foi proibida, e a espécie foi oficialmente protegida em 1973. Apesar dos avanços, o urso pardo cantábrico ainda enfrenta riscos.
A ursa Paca, símbolo da conservação do urso pardo cantábrico, foi submetida à eutanásia nesta quinta-feira devido a problemas de mobilidade e saúde deteriorada. A decisão foi tomada após um relatório veterinário que indicou um estado físico irreversível e uma significativa diminuição nas reações a estímulos. Paca, que tinha 36 anos, não estava mais conseguindo ingerir a medicação necessária para tratar a artrose.
Veterinários da Consejería de Medio Rural y Política Agraria, junto com a equipe da Fundação Oso Asturias, foram responsáveis pela eutanásia. O corpo da ursa será levado ao Centro de Recuperação de Fauna Silvestre de Sobrescobio para necropsia. Paca e sua irmã Tola, resgatadas de um caçador furtivo há 30 anos, se tornaram ícones da luta contra o furtivismo e ajudaram a alertar sobre o risco de extinção da espécie.
Desde o resgate, as irmãs viveram sob cuidados humanos, primeiro em diferentes locais e, desde 1996, no cercado de Santo Adriano. A história de Paca e Tola contribuiu para a conscientização sobre a conservação do urso pardo, que, após décadas de esforços, viu sua população crescer a uma taxa de 10% ao ano nos últimos 25 anos. A morte de Paca deixa um vazio no cercado, que agora conta com a presença de Molina, outra ursa.
A proteção do urso pardo começou em 1967, quando a caça foi proibida, e a espécie foi oficialmente considerada protegida em 1973. Apesar dos avanços na recuperação da população, o urso pardo cantábrico ainda enfrenta desafios e continua em risco de extinção.
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