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Técnica do baralho cognitivo ajuda a acalmar a mente e melhorar o sono de médicos

Baralho cognitivo surge como alternativa para insônia, mas especialistas alertam que mais estudos são necessários para comprovar sua eficácia.

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Joe Whittington, um médico de emergência, tem dificuldade para relaxar após turnos estressantes. Para ajudar a dormir, ele usa uma técnica chamada baralho cognitivo, que se tornou popular nas redes sociais. Essa técnica envolve pensar em palavras aleatórias e associar outras que começam com a mesma letra, ajudando a distrair a mente de preocupações.

Luc P. Beaudoin, o criador do baralho cognitivo, explica que essa prática simula o processo natural de adormecer, onde a mente se enche de imagens e pensamentos vagos. Um estudo com 150 estudantes mostrou que o baralho cognitivo e a anotação de preocupações têm eficácia semelhante, mas muitos acharam o baralho mais fácil de usar. Apesar disso, especialistas afirmam que ainda não há provas suficientes para considerar essa técnica um tratamento principal para insônia. Eles recomendam usá-la como um complemento a métodos comprovados, como a terapia cognitivo-comportamental. Se a técnica não funcionar, é melhor fazer atividades relaxantes até sentir sono novamente.

Joe Whittington, médico de emergência, enfrenta dificuldades para relaxar após turnos intensos. Após um dia estressante, ele não consegue desligar a mente, relembrando casos difíceis. Para lidar com isso, ele adotou o baralho cognitivo, uma técnica que ajuda a acalmar a mente e facilitar o sono. Whittington compartilha sua experiência em redes sociais, onde a técnica ganhou popularidade.

O baralho cognitivo consiste em um exercício mental que envolve pensar em palavras aleatórias e associar outras que começam com a mesma letra. Essa prática visa distrair a mente de preocupações e facilitar o adormecer. O cientista cognitivo Luc P. Beaudoin, criador da técnica, explica que ela simula o processo natural de adormecer, onde a mente é preenchida por imagens e pensamentos vagos.

Um estudo de Beaudoin, realizado com cerca de 150 estudantes, comparou a eficácia do baralho cognitivo com a anotação de preocupações. Os resultados mostraram que ambos os métodos eram igualmente eficazes, mas os participantes que usaram as duas técnicas consideraram o baralho cognitivo mais fácil e útil. Apesar disso, especialistas alertam que ainda não há evidências suficientes para considerar a técnica um tratamento principal para insônia.

Os especialistas recomendam que o baralho cognitivo seja utilizado como um complemento a métodos comprovados, como a terapia cognitivo-comportamental para insônia (TCC-I). Se a técnica não funcionar, é aconselhável realizar atividades relaxantes em um ambiente tranquilo até que a sonolência retorne.

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