Levantar-se de uma cadeira pode parecer simples, mas essa habilidade é um bom sinal de saúde, especialmente em idosos. O teste de sentar e levantar (STS) mede quantas vezes uma pessoa consegue se levantar em trinta segundos. Esse teste é comum em consultas médicas e pode ser feito em casa. Ele ajuda a entender a força, o equilíbrio e a flexibilidade de uma pessoa, além de identificar riscos de quedas e problemas cardíacos.
Dados dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) mostram que homens de sessenta a sessenta e quatro anos têm uma média de quatorze repetições, enquanto mulheres dessa faixa etária fazem doze. Para pessoas entre oitenta e cinco e oitenta e nove anos, a média cai para oito repetições. Resultados abaixo da média podem indicar um maior risco de quedas e problemas de saúde. Pesquisas recentes também mostram que o desempenho no STS pode prever a capacidade física e a saúde do coração. Cerca de trinta por cento das pessoas acima de sessenta e cinco anos caem anualmente, e esse número aumenta para cinquenta por cento entre os maiores de oitenta anos.
Para melhorar a pontuação no teste, é importante manter-se ativo. Exercícios simples, como levantar-se da cadeira várias vezes ao dia, caminhar e subir escadas, são recomendados. O contato social também é fundamental para a saúde mental, especialmente para idosos que podem se sentir isolados. O teste STS não só avalia a condição física, mas também alerta para intervenções que podem melhorar a qualidade de vida.
Levantar-se de uma cadeira pode parecer uma atividade simples, mas a capacidade de realizar essa tarefa é um importante indicador de saúde, especialmente em idosos. O teste de sentar e levantar (STS) avalia quantas vezes uma pessoa consegue se levantar de uma posição sentada em trinta segundos. Este exame é frequentemente utilizado em consultas médicas e pode ser facilmente realizado em casa. Segundo a geriatra Jugdeep Dhesi, esse teste fornece informações valiosas sobre força, equilíbrio e flexibilidade, além de ajudar a identificar riscos de quedas e problemas cardiovasculares.
Os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) dos Estados Unidos divulgaram dados médios do desempenho no teste para diferentes faixas etárias. Por exemplo, homens de sessenta a sessenta e quatro anos têm uma média de quatorze repetições, enquanto mulheres da mesma faixa etária realizam doze. Para pessoas entre oitenta e cinco e oitenta e nove anos, essa média cai para oito repetições. Resultados abaixo da média podem indicar um risco maior de quedas e complicações de saúde.
Pesquisas recentes também mostram que o desempenho no STS pode prever a capacidade aeróbica e resistência física. Um estudo com quase sete mil adultos revelou que jovens de vinte a vinte e quatro anos conseguiram uma média de cinquenta repetições. Além disso, uma pontuação baixa no teste pode indicar problemas cardíacos e pulmonares, aumentando o risco de eventos graves como infarto e AVC. Dhesi destaca que cerca de trinta por cento das pessoas acima de sessenta e cinco anos sofrem quedas anualmente, e esse número sobe para cinquenta por cento entre os maiores de oitenta anos.
Para melhorar a pontuação no teste, Dhesi recomenda manter-se ativo, realizando exercícios simples, como levantar-se da cadeira várias vezes ao dia. Atividades cotidianas, como caminhar e subir escadas, também são benéficas. Além disso, o contato social é essencial para a saúde mental, especialmente em idosos, que podem enfrentar o isolamento devido ao medo de quedas. O teste STS, portanto, não apenas avalia a condição física, mas também serve como um alerta para intervenções que podem melhorar a qualidade de vida.
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