A toxina botulínica, conhecida como botox, é um dos procedimentos estéticos não cirúrgicos mais populares, com 9,2 milhões de aplicações no mundo em 2022, sendo mais de 433 mil no Brasil. Um estudo da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) mostra que o botox não é minimamente invasivo e pode aumentar o risco de complicações, como queda da pálpebra e infecções. A pesquisa analisou 50 estudos internacionais e destacou que a popularidade do botox pode fazer com que as pessoas subestimem os efeitos colaterais.
A médica Samira Yarak, que coordenou o estudo, alerta que a falta de diretrizes claras torna as complicações um problema de saúde pública. Especialistas, como a dermatologista Mariana Fernandes de Oliveira, afirmam que o aumento de procedimentos está ligado a mais complicações, especialmente quando realizados por profissionais sem especialização. Os efeitos colaterais mais comuns incluem hematomas e dor, mas também podem ocorrer problemas mais sérios, como assimetria facial. É importante que os procedimentos sejam feitos em locais limpos e que os profissionais sejam bem treinados. No Brasil, várias categorias de profissionais podem aplicar o botox, e é essencial verificar a qualificação deles antes de realizar o tratamento.
A toxina botulínica, conhecida como botox, é um dos procedimentos estéticos não cirúrgicos mais populares, com 9,2 milhões de aplicações em todo o mundo em 2022, sendo mais de 433 mil apenas no Brasil. Contudo, um estudo da Escola Paulista de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) revela que o botox não é minimamente invasivo, aumentando o risco de complicações, como ptose palpebral e infecções.
A pesquisa, que analisou cinquenta estudos internacionais entre 2017 e 2022, destaca que a popularidade do botox pode levar os pacientes a subestimar os efeitos colaterais. A médica Samira Yarak, coordenadora do estudo, alerta que a falta de diretrizes baseadas em evidências torna as complicações um problema de saúde pública. Ela defende a notificação compulsória para ajudar na prevenção.
Especialistas, como a dermatologista Mariana Fernandes de Oliveira, concordam que o aumento no número de procedimentos realizados está associado a uma maior incidência de complicações, especialmente quando profissionais não especializados realizam as aplicações. Os efeitos colaterais mais comuns incluem hematomas e dor no local da injeção, mas também podem ocorrer problemas mais sérios, como assimetria facial e alterações oculares.
A avaliação individualizada do paciente é crucial, segundo a cirurgiã plástica Alessandra dos Santos Silva. Ela ressalta a importância de realizar os procedimentos em ambientes com rigorosa assepsia e que os profissionais envolvidos tenham formação adequada. No Brasil, as aplicações podem ser feitas por diversos profissionais de saúde, e é fundamental verificar a qualificação antes de optar pelo tratamento.
Entre na conversa da comunidade