Em abril, acontece o Mês de Conscientização da Doença de Parkinson, que afeta cerca de 1% da população mundial. Essa doença causa a perda de dopamina, um neurotransmissor importante para o controle dos movimentos. No Brasil, cerca de 200 mil pessoas acima de 65 anos têm Parkinson, que se manifesta com sintomas como lentidão de movimentos e tremores.
A Estimulação Cerebral Profunda (DBS) é uma nova opção de tratamento que tem mostrado resultados positivos. Essa terapia ajuda a controlar os sintomas e pode reduzir a necessidade de medicamentos, melhorando a qualidade de vida dos pacientes. O procedimento envolve a colocação de eletrodos no cérebro, que enviam sinais elétricos para aliviar os sintomas. Pacientes que passaram pela cirurgia relatam melhorias significativas em sua mobilidade e na realização de atividades diárias.
A DBS é aprovada pela Anvisa e está disponível pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Estudos mostram que 90% dos pacientes notam melhora após um ano de tratamento, com uma redução média de 70% nos tremores. A tecnologia continua a evoluir, oferecendo opções personalizadas para atender às necessidades de cada paciente.
Em abril, o Mês de Conscientização da Doença de Parkinson busca informar sobre essa condição que afeta cerca de 1% da população mundial. A doença neurodegenerativa resulta na perda progressiva de dopamina, um neurotransmissor essencial para o controle dos movimentos. No Brasil, estima-se que aproximadamente 200 mil pessoas acima de 65 anos convivam com a doença, cujos sintomas incluem lentidão de movimentos e tremores, que podem afetar diversas partes do corpo, mesmo em repouso.
Recentemente, a Estimulação Cerebral Profunda (DBS) tem se destacado como uma opção de tratamento eficaz. Essa terapia avançada ajuda a controlar os sintomas do Parkinson, permitindo uma redução significativa no uso de medicamentos e melhorando a qualidade de vida dos pacientes. A neurocirurgiã Alessandra Gorgulho ressalta que a DBS pode trazer os pacientes de volta a um estado de sintomatologia mais leve, semelhante ao que apresentavam anos antes.
O tratamento do Parkinson é individualizado, e a DBS é indicada quando os sintomas ainda respondem aos medicamentos. O procedimento envolve a implantação de eletrodos no cérebro e um gerador que envia sinais elétricos, proporcionando alívio dos sintomas motores. Pacientes que se submeteram à cirurgia relatam melhorias significativas em sua mobilidade e qualidade de vida, como é o caso do engenheiro José Luís Millan Ávila, que voltou a realizar atividades cotidianas com mais facilidade.
A DBS é aprovada pela Anvisa e faz parte do Rol de Procedimentos da ANS, sendo acessível também pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Dados indicam que noventa por cento dos pacientes relatam melhora após um ano de tratamento, com uma redução média de setenta por cento nos tremores. A tecnologia continua a evoluir, oferecendo opções personalizáveis que atendem às necessidades específicas de cada paciente, promovendo um impacto positivo na vida de muitos que convivem com a doença.
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