O número de mortes por atropelamento na região metropolitana de São Paulo aumentou 15% no início de 2025, totalizando 110 óbitos, o maior número desde 2019. Um acidente recente em São Caetano do Sul, onde duas jovens de 18 anos foram atropeladas, trouxe à tona a discussão sobre segurança no trânsito. Dados mostram que o atropelamento é a principal causa de morte no trânsito desde 2016. A Prefeitura de São Paulo está tomando medidas para melhorar a segurança, como a criação de áreas com limite de velocidade de 30 km/h e o aumento do tempo de travessia em cruzamentos. No caso das jovens, o motorista que as atingiu estava acima da velocidade permitida e foi indiciado por homicídio. Especialistas afirmam que a falta de atenção no trânsito, agravada pelo uso de celulares, está contribuindo para o aumento de acidentes.
O número de mortes por atropelamento na região metropolitana de São Paulo aumentou 15% no primeiro bimestre de 2025, totalizando 110 óbitos. O caso de duas jovens atropeladas em São Caetano do Sul reacendeu o debate sobre a segurança no trânsito.
Dados do Infosiga, painel do Departamento Estadual de Trânsito de São Paulo (Detran-SP), mostram que este é o maior número de mortes desde 2019, quando foram registradas 111 mortes nos dois primeiros meses do ano. O atropelamento continua sendo a principal causa de morte no trânsito desde 2016.
A Prefeitura de São Paulo implementou ações para aumentar a segurança viária, como a criação de áreas calmas com limite de 30 km/h e a redução da velocidade em diversas vias. Além disso, foram aumentados os tempos de travessia em cruzamentos e implantadas novas faixas para pedestres.
No incidente recente, as jovens foram atingidas por um veículo que trafegava acima da velocidade permitida. O motorista, que prestou socorro, foi indiciado por homicídio de dolo eventual. Especialistas apontam que a falta de atenção no trânsito, exacerbada pelo uso de celulares, contribui para o aumento de acidentes.
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