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Obesidade: desafios da alimentação e atividade física na busca por saúde e bem-estar

Especialistas alertam para a complexidade do tratamento da obesidade, destacando a importância da reeducação alimentar e do combate ao sedentarismo.

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A obesidade é um problema crescente, afetando uma em cada oito pessoas no mundo, segundo a OMS. Especialistas afirmam que tratar a obesidade é mais complicado do que apenas comer menos e se exercitar mais. A nutricionista Fernanda Pisciolaro explica que cada pessoa metaboliza alimentos de forma diferente, tornando a relação entre calorias consumidas e gastas complexa. Ela destaca a importância da reeducação alimentar, pois dietas muito restritivas podem levar ao efeito sanfona, onde a pessoa recupera o peso perdido, muitas vezes ganhando mais. A educadora física Paula Costa acrescenta que a prática de exercícios deve ser bem orientada para evitar lesões, que são comuns em pessoas com obesidade. Ela também ressalta que a atividade física traz benefícios além da perda de peso. Além disso, o peso na balança não é o único indicador de saúde; medir a circunferência abdominal pode ser mais eficaz, pois é possível emagrecer sem perder peso, como ao ganhar massa muscular. Os especialistas também se preocupam com o aumento da obesidade em crianças e adolescentes, que é agravado pelo uso excessivo de telas. A falta de hábitos alimentares saudáveis e a desconexão com os sinais de fome e saciedade são preocupações crescentes. Pisciolaro observa que as famílias estão perdendo o hábito de fazer refeições juntas, o que afeta a relação das crianças com a comida.

A obesidade é um problema crescente, afetando uma em cada oito pessoas no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Especialistas discutem a complexidade do tratamento, que vai além de simplesmente comer menos e se exercitar mais. A nutricionista Fernanda Pisciolaro destaca que cada indivíduo metaboliza alimentos de maneira única, o que torna a relação entre calorias consumidas e gastas mais complexa.

Pisciolaro ressalta que a reeducação alimentar é fundamental. Dietas rigorosas podem levar ao efeito sanfona, onde o peso perdido é recuperado, muitas vezes com um acréscimo. A educadora física Paula Costa complementa que a prática de exercícios deve ser orientada para evitar lesões, que são barreiras comuns para pessoas com obesidade. Ela enfatiza que a atividade física deve ser vista como uma fonte de benefícios além da perda de peso.

Além disso, Costa aponta que o número na balança não é o único indicador de saúde. Medir a circunferência abdominal pode ser mais eficaz, pois é possível emagrecer sem perder peso, como ao aumentar a massa muscular. A abordagem deve ser mais ampla, focando em saúde e bem-estar.

Os especialistas também alertam para o aumento da obesidade entre crianças e adolescentes, agravado pelo uso excessivo de telas. A falta de hábitos alimentares saudáveis e a desconexão com os sinais de fome e saciedade são preocupações crescentes. Pisciolaro observa que a cultura de refeições em família está diminuindo, impactando negativamente a relação das crianças com a comida.

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