Towana Looney, uma mulher de 53 anos do Alabama, passou por uma cirurgia para remover um rim de porco geneticamente modificado que recebeu em um transplante experimental. O transplante ocorreu em abril de 2024 e, após quatro meses, o rim começou a ser rejeitado pelo corpo dela. Durante o tempo em que o órgão funcionou, Looney teve uma melhora na qualidade de vida, podendo passar mais tempo com amigos e familiares sem precisar de diálise. Ela expressou gratidão pela experiência, mesmo com o resultado não sendo o esperado. Looney já havia doado um rim para sua mãe em 1999 e enfrentou oito anos de diálise devido a complicações em uma gravidez. A escassez de doadores a levou a receber um órgão geneticamente modificado. O cirurgião Robert Montgomery informou que a rejeição aguda foi identificada em abril de 2025. O uso de órgãos de porcos geneticamente modificados ainda é experimental, mas traz esperança para a falta de órgãos disponíveis.
Uma mulher de 53 anos, Towana Looney, precisou passar por uma cirurgia para remover um rim de porco geneticamente modificado que recebeu em um transplante experimental. O procedimento ocorreu em abril de 2024 e, após quatro meses, o órgão começou a ser rejeitado pelo corpo da paciente, segundo o Hospital Langone, da Universidade de Nova York.
Durante o período em que o rim funcionou, Looney experimentou uma melhora significativa em sua qualidade de vida, permitindo-lhe aproveitar momentos com amigos e familiares sem a necessidade de tratamentos de diálise. A paciente expressou sua gratidão, afirmando estar “muito grata” pela experiência, mesmo com o resultado não sendo o esperado.
Looney havia doado um rim para sua mãe em 1999 e enfrentou oito anos de diálise após complicações em uma gravidez. A escassez de doadores compatíveis a levou a ser autorizada a receber um órgão geneticamente modificado. O cirurgião Robert Montgomery comentou que, apesar do sucesso inicial, a rejeição aguda do rim foi identificada em abril de 2025.
O transplante de órgãos de porcos geneticamente modificados é uma prática ainda em fase experimental, mas representa uma esperança para a crise de escassez de órgãos. A experiência de Looney, embora não tenha alcançado o resultado desejado, demonstra o potencial dessa abordagem inovadora na medicina.
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