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Cortes abruptos em ajuda humanitária afetam serviços de saúde em 70% dos países

### Alerta da OMS: 70% dos países enfrentam interrupções nos serviços de saúde Cortes abruptos na ajuda humanitária geram crises em áreas críticas, como HIV e tuberculose, exigindo ação imediata.

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A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou que 70% dos países estão enfrentando problemas nos serviços de saúde devido a cortes na ajuda humanitária, principalmente por decisões do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump. Um estudo feito com 108 países mostrou que em um terço deles, os serviços de saúde estão sendo interrompidos, com as maiores dificuldades na preparação para emergências e na vigilância em saúde pública. O diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, expressou preocupação com os efeitos duradouros nos sistemas de saúde, especialmente em países vulneráveis. Apesar dos desafios, ele observou que esses cortes estão levando muitos países a buscar formas de se tornarem mais autossuficientes. A OMS está ajudando as nações afetadas a encontrar soluções e os países estão tentando conseguir recursos de outras fontes para preencher as lacunas deixadas pela redução da ajuda.

A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou que 70% dos países enfrentam interrupções nos serviços de saúde devido a cortes abruptos na ajuda humanitária. Esses cortes, atribuídos principalmente à administração do ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afetam áreas críticas como HIV e tuberculose.

O levantamento da OMS, realizado entre março e abril com 108 países, revela que em pelo menos um terço das nações, os serviços de saúde estão sendo interrompidos de forma generalizada. As interrupções mais significativas ocorrem na preparação e resposta a emergências de saúde (70%) e na vigilância em saúde pública (66%).

Tedros Adhanom Ghebreyesus, diretor-geral da OMS, destacou que os dados levantam preocupações sobre os efeitos prolongados nos sistemas de saúde, especialmente em contextos vulneráveis. Apesar dos desafios, ele observou que os cortes estão promovendo uma transição para uma autossuficiência mais sustentável em muitos países.

A OMS está colaborando com nações afetadas para identificar medidas eficazes. Os países estão buscando recursos alternativos para cobrir as lacunas deixadas pela redução da ajuda humanitária, refletindo um cenário preocupante para a saúde global.

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