Quase cinquenta hipopótamos morreram no Parque Nacional de Virunga, na República Democrática do Congo, por causa do antraz, uma doença causada por uma bactéria. Os animais foram encontrados flutuando no rio Ishasha, perto do Lago Edward. O Instituto Congolês para a Conservação da Natureza recomendou que as pessoas evitem comer carne de animais silvestres, já que a doença pode ser transmitida para humanos. Além dos hipopótamos, búfalos também foram afetados. O diretor do parque, Emmanuel de Merode, informou que a equipe está tentando retirar os animais mortos da água para enterrá-los, mas a falta de escavadeiras torna a tarefa difícil. Metade dos hipopótamos ainda está na água, o que aumenta o risco de contágio. O antraz pode causar infecções graves em humanos, com sintomas como febre e úlceras na pele. A presença da doença em Virunga é uma grande perda para a biodiversidade local, que já enfrenta problemas como a caça furtiva e conflitos armados.
Quase cinquenta hipopótamos morreram no Parque Nacional de Virunga, na República Democrática do Congo, devido ao antraz, uma doença bacteriana. A informação foi divulgada por um funcionário do parque, que relatou que os animais foram encontrados flutuando no rio Ishasha, próximo ao Lago Edward.
O Instituto Congolês para a Conservação da Natureza (ICCN) recomendou medidas de precaução na região, como evitar o consumo de carne de animais silvestres. A doença, que pode afetar tanto a fauna quanto os humanos, apresenta riscos de transmissão. Búfalos também foram afetados, e a retirada dos hipopótamos mortos enfrenta dificuldades logísticas.
Em entrevista, Emmanuel de Merode, diretor de Virunga, destacou que a equipe tenta retirar os animais da água para enterrá-los, mas a falta de escavadeiras complica a operação. Cerca de metade dos hipopótamos mortos ainda está na água, aumentando o risco de contágio.
O antraz é conhecido por causar infecções graves em humanos, com sintomas que podem incluir febre e úlceras na pele. Embora a doença seja rara, sua presença em Virunga representa uma grande perda para a biodiversidade local, que já enfrenta desafios como a caça furtiva e conflitos armados.
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