Os espanhóis estão gastando em média 35% do seu tempo em smartphones, muitas vezes sem um propósito claro. Para ajudar a reduzir esse uso, a psicóloga Gabriela Paoli sugere que as pessoas tomem consciência do tempo que passam no celular e adotem pequenas mudanças, como limitar o uso de aplicativos e desligar notificações. Ferramentas de bem-estar digital, disponíveis em smartphones, podem ajudar nesse processo, permitindo que os usuários controlem o tempo em cada aplicativo e silenciar alertas. Além disso, aplicativos como Forest e Digital Detox incentivam a desconexão. Outra tendência crescente é o uso de dumbphones, que não têm acesso à internet, com 12,2% da população espanhola optando por esses dispositivos. Um estudo revelou que 19,5% dos jovens conhecem alguém que trocou o smartphone por um dumbphone, mostrando um movimento em direção a um uso mais saudável da tecnologia.
O uso excessivo de smartphones é uma preocupação crescente, com espanholas passando em média 35% do tempo no celular sem um objetivo claro. A psicóloga Gabriela Paoli sugere estratégias para reduzir esse uso, como limitar o tempo em aplicativos e desativar notificações.
Paoli recomenda que as pessoas tomem consciência do tempo gasto no celular e adotem pequenas medidas, como estabelecer horários e locais de desconexão. Ferramentas de bem-estar digital, disponíveis em smartphones, podem ajudar nesse processo. Os dispositivos Android e iPhone oferecem funcionalidades para limitar o uso de aplicativos e silenciar notificações.
Além disso, aplicativos de terceiros têm ganhado popularidade, como Forest, que transforma o tempo longe do celular em árvores virtuais, e Digital Detox, que propõe desafios de desconexão. Dumbphones, que não têm acesso à internet, também estão em alta, com 12,2% da população espanhola optando por esses dispositivos.
Essas mudanças refletem uma busca por um uso mais saudável da tecnologia. O Estudo Geração SPCial revelou que 19,5% dos jovens conhecem alguém que trocou o smartphone por um dumbphone, evidenciando uma tendência crescente em direção à desconexão digital.
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