Rubén Páez, um educador de 40 anos da Espanha, superou a adição às compras após dois anos de terapia. Ele percebeu a gravidade do problema ao ver que havia comprado 70 itens em um ano, muitos desnecessários. A adição às compras é um transtorno psicológico reconhecido, afetando muitas pessoas, especialmente mulheres. Durante sua compulsão, Páez gastava entre 200 e 300 euros por dia, o que o levou a dívidas. Um psicólogo explicou que essa adição gera prazer temporário, mas a pressão social e a publicidade, principalmente nas redes sociais, pioram a situação. Outra jovem, Sandra de la Varga, também enfrentou problemas semelhantes ao comprar em lojas de moda rápida. Agora, Páez busca equilíbrio e conta que o apoio de amigos foi fundamental em sua recuperação. Ele trocou as compras por momentos de convivência, como cozinhar com os colegas, e embora ainda compre ocasionalmente, não gasta como antes e está ciente dos riscos de recaída.
Rubén Páez, um educador de 40 anos de Asturias, Espanha, superou a adição às compras após dois anos de terapia na Associação Caer e Levantarse. Ele percebeu a gravidade do problema ao revisar seu histórico de compras na Amazon, onde adquiriu 70 itens em um ano, muitos dos quais não eram necessários.
As compras impulsivas são um transtorno psicológico reconhecido desde o século XIX, afetando diversas pessoas em todo o mundo. Embora não existam dados exatos sobre a prevalência na Espanha, estudos indicam que as mulheres apresentam taxas mais altas de adição. Durante sua jornada, Páez gastava entre R$ 200,00 e R$ 300,00 diariamente, o que o levou a um ciclo de endividamento.
Antón Durán, psicólogo e diretor da Fundação hay Salida, explica que a adição às compras gera um “bombardeio de dopamina”, levando os indivíduos a buscar mais compras para sentir prazer. A pressão social e a publicidade, especialmente nas redes sociais, intensificam esse comportamento. Sandra de la Varga, uma jovem de 25 anos, também enfrentou a compulsão, comprando frequentemente em lojas de fast fashion.
Páez agora busca um equilíbrio, reconhecendo que o apoio de amigos foi crucial em sua recuperação. Ele trocou as compras por momentos de convivência, como cozinhar com os colegas de casa. Embora ainda compre ocasionalmente, ele afirma que não gasta como antes, mantendo-se consciente dos riscos de recaída.
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