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Imasul libera uso parcial de balneário em Bonito após ataques de peixes a banhistas

Imasul libera uso parcial da Praia da Figueira após ataques de peixes, mas caiaque e stand up paddle seguem proibidos até manejo seguro.

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O balneário Praia da Figueira, em Bonito, Mato Grosso do Sul, teve o uso parcial liberado após ataques de peixes que feriram banhistas, incluindo um caso grave em que uma mulher perdeu parte do dedo. Para aumentar a segurança, o Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul) exigiu a instalação de uma barreira de arame para impedir a entrada de peixes maiores na área de banho. As atividades de bar molhado, tirolesa e banho foram autorizadas, mas caiaque e stand up paddle continuam proibidos até que os peixes sejam manejados. O balneário deve fazer inspeções diárias antes de abrir ao público e, se encontrarem peixes indesejáveis, a área só será liberada após a remoção segura deles. Desde o início do ano, mais de trinta pessoas buscaram atendimento médico em Bonito devido a mordeduras de peixes, com a maioria dos casos ocorrendo na Praia da Figueira. A Prefeitura de Bonito está monitorando a situação para garantir a segurança dos visitantes.

O balneário Praia da Figueira, em Bonito, Mato Grosso do Sul, teve o uso parcial liberado pelo Instituto de Meio Ambiente de Mato Grosso do Sul (Imasul) após ataques de peixes que resultaram em ferimentos em banhistas. Um dos incidentes graves envolveu uma mulher que perdeu parte do dedo devido à mordida de um peixe.

Para garantir a segurança, o Imasul exigiu a instalação de uma contenção fixa de arame, que impede o acesso de peixes de médio e grande porte à área de banho. As atividades de bar molhado, tirolesa e balneabilidade foram autorizadas, mas caiaque e stand up paddle continuam proibidos até que o manejo dos peixes seja realizado.

A administração do balneário deve realizar inspeções diárias na área de banho antes da abertura ao público. Caso sejam encontrados peixes indesejáveis, a liberação da área só ocorrerá após a remoção segura dos animais. O Imasul afirmou que não foram encontradas espécies exóticas na lagoa durante as vistorias.

Desde o início do ano, pelo menos trinta pessoas procuraram atendimento médico em Bonito devido a mordeduras de peixes, com mais de 80% dos casos ocorrendo na Praia da Figueira. A Prefeitura de Bonito alertou sobre os ataques e acompanhou a situação para adequar o local às normas de segurança e ambientais.

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