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Jacarepaguá e Barra da Tijuca: a convivência urbana com jacarés-de-papo-amarelo

Moradores de Jacarepaguá e Barra da Tijuca enfrentam desafios com jacarés-de-papo-amarelo em áreas urbanas, enquanto a poluição e a urbanização desequilibram a fauna local. O biólogo Ricardo Freitas Filho, do Instituto Jacaré, destaca que a expansão imobiliária desde a década de 1970 tem levado os répteis a ambientes não naturais, resultando em uma população em declínio. A concessionária Iguá investe R$ 250 milhões em melhorias nas lagoas da região, visando restaurar o ecossistema.

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Moradores de Jacarepaguá e Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, convivem com jacarés-de-papo-amarelo em áreas urbanas, resultado da expansão imobiliária desde a década de 1970. O biólogo Ricardo Freitas Filho, do Instituto Jacaré, alerta que a urbanização e a poluição estão desequilibrando a população desses répteis. A concessionária Iguá está investindo R$ 250 milhões em melhorias nas lagoas da região, incluindo a remoção de sedimentos e a instalação de coletores para evitar o despejo de esgoto. Freitas Filho observa que a captura de jacarés tem aumentado e que há uma preocupação com a diferença entre machos e fêmeas, que pode ser afetada pela poluição e pela temperatura da água. O Instituto Jacaré realiza capturas para analisar os animais, que frequentemente aparecem em ambientes urbanos. De janeiro a março de 2023, bombeiros resgataram 79 jacarés no estado, destacando a necessidade de equilibrar a urbanização com a preservação da fauna local.

Moradores de Jacarepaguá e Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, convivem com jacarés-de-papo-amarelo em áreas urbanas. O biólogo Ricardo Freitas Filho, do Instituto Jacaré, alerta que a urbanização e a poluição têm causado um desequilíbrio na população desses répteis. A concessionária Iguá investe R$ 250 milhões em melhorias nas lagoas da região.

Desde a década de 1970, a expansão imobiliária tem levado à construção de grandes condomínios próximos a terrenos pantanosos. Em 2022, Jacarepaguá tinha mais de 612 mil habitantes, enquanto a Barra da Tijuca contava com cerca de 462 mil. O crescimento populacional, muitas vezes descontrolado, inclui construções irregulares, algumas ligadas ao crime organizado.

Freitas Filho destaca que a captura de jacarés tem aumentado, com uma discrepância preocupante entre machos e fêmeas. Ele aponta que a poluição e o aumento da temperatura da água podem afetar a determinação sexual dos embriões. A concessionária Iguá já retirou 282 toneladas de sedimentos da lagoa e planeja instalar coletores para evitar o despejo de esgoto.

O Instituto Jacaré realiza capturas para análise dos animais, que são frequentemente encontrados em ambientes urbanos. De janeiro a março de 2023, bombeiros resgataram 79 jacarés no estado. A situação evidencia a necessidade de um equilíbrio entre a urbanização e a preservação da fauna local.

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