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Anvisa aprova primeira vacina contra chikungunya para maiores de 18 anos

A Anvisa autorizou a vacina contra chikungunya do Butantan para maiores de 18 anos, com produção nacional prevista para o SUS.

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A Anvisa aprovou, em 14 de abril de 2025, a vacina contra chikungunya desenvolvida pelo Instituto Butantan e pela Valneva, destinada a pessoas acima de 18 anos. Essa é a primeira vacina aprovada para essa doença, que é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti. O imunizante já tinha recebido autorização de agências internacionais, como o FDA e a EMA. A Anvisa analisou a documentação do registro, que incluía dados de produção e estudos clínicos que mostraram a eficácia e segurança da vacina, com 98,9% dos participantes de um estudo produzindo anticorpos contra o vírus. Os efeitos colaterais foram leves ou moderados, e a vacina é contraindicada para grávidas e pessoas com problemas de imunidade. O Butantan planeja produzir uma versão adaptada no Brasil, usando componentes nacionais, para facilitar a inclusão no Sistema Único de Saúde. Não há uma data definida para a disponibilização da vacina ao público, mas o diretor do Instituto Butantan, Esper Kallás, disse que a vacinação pode priorizar áreas onde a doença é mais comum. Em 2024, o Brasil registrou 254.651 casos prováveis de chikungunya, um aumento de 45,5% em relação ao ano anterior.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, em 14 de abril de 2025, a vacina contra chikungunya desenvolvida pelo Instituto Butantan e pela Valneva. O imunizante é destinado a pessoas acima de 18 anos e é a primeira vacina aprovada para essa doença, transmitida pelo mosquito Aedes aegypti.

A vacina já havia recebido autorização de agências reguladoras internacionais, como o Food and Drug Administration (FDA) dos Estados Unidos e a European Medicines Agency (EMA). A Anvisa analisou a documentação do registro, que incluiu dados de produção e estudos clínicos que demonstraram a eficácia e segurança do imunizante. Os resultados de um estudo com quatro mil voluntários mostraram que 98,9% dos participantes produziram anticorpos contra o vírus.

Os estudos indicaram que a vacina apresenta um bom perfil de segurança, com a maioria dos efeitos adversos sendo leves ou moderados. A vacina é contraindicada para mulheres grávidas e pessoas imunodeficientes. O Butantan planeja produzir uma versão adaptada no Brasil, utilizando componentes nacionais, para facilitar a incorporação ao Sistema Único de Saúde (SUS).

Ainda não há uma data definida para a disponibilização da vacina ao público. O diretor do Instituto Butantan, Esper Kallás, afirmou que a vacinação pode priorizar residentes de áreas endêmicas, onde há maior incidência da doença. Em 2024, o Brasil registrou 254.651 casos prováveis de chikungunya, um aumento de 45,5% em relação ao ano anterior.

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