Um estudo da Universidade Médica de Xinjiang, na China, mostra que comer sal de cozinha todos os dias pode aumentar em quase 40% o risco de depressão e ansiedade. A pesquisa acompanhou mais de 400 mil pessoas por mais de 12 anos e encontrou 18.678 casos de depressão e 22.017 de ansiedade. Os pesquisadores afirmam que o sal pode afetar a produção de serotonina e dopamina, que são importantes para o humor. Além disso, o consumo de sal está ligado ao envelhecimento, o que pode impactar a saúde mental. Este é o primeiro estudo a mostrar esses efeitos negativos do sal na saúde mental e foi publicado na revista Journal of Affective Disorders. Outra pesquisa da MedUni Viena, na Áustria, revelou que adicionar sal à comida pronta com frequência aumenta em 40% o risco de câncer de estômago. Esse estudo analisou dados de mais de 470 mil adultos e descobriu que quem usa sal frequentemente tem 39% mais chances de desenvolver a doença em cerca de 11 anos.
O consumo diário de sal de cozinha está associado a um aumento de quase 40% no risco de depressão e ansiedade, segundo um estudo da Universidade Médica de Xinjiang, na China. A pesquisa, que acompanhou mais de 400 mil participantes por mais de 12 anos, revela que o uso ocasional de sal apresenta riscos significativamente menores.
Os pesquisadores identificaram 18.678 casos de depressão e 22.017 casos de ansiedade entre os participantes. O estudo sugere que o sal interfere na produção de serotonina e dopamina, conhecidos como “hormônios do humor”. Além disso, há ligações entre o consumo de sal e o envelhecimento biológico, o que pode impactar a saúde mental.
Este é o primeiro estudo a relatar efeitos negativos significativos do sal na saúde mental. A pesquisa foi publicada na revista Journal of Affective Disorders e destaca a importância de moderar o consumo de sal na dieta diária.
Outra pesquisa, realizada pelo Centro de Saúde Pública da MedUni Viena, na Áustria, aponta que o uso frequente de sal na comida pronta aumenta em 40% o risco de câncer de estômago. O estudo analisou dados de mais de 470 mil adultos e concluiu que aqueles que adicionam sal frequentemente têm 39% mais chances de desenvolver a doença em um período de aproximadamente 11 anos.
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