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Crianças enfrentam longas esperas por diagnósticos de autismo e TDAH na Escócia

Escócia enfrenta crise em saúde mental infantil, com milhares de crianças em listas de espera ocultas para diagnósticos de autismo e TDAH.

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Milhares de crianças na Escócia estão em listas de espera “ocultas” para avaliações de autismo e TDAH, mesmo com o governo alcançando a meta de tempo de espera para serviços de saúde mental infantil. A Royal College of Psychiatrists pediu mais transparência sobre esses dados, que não são divulgados regularmente, e solicitou mais financiamento para esses serviços. O governo reconheceu que as longas esperas para suporte neurodesenvolvimental são inaceitáveis e anunciou um aumento no financiamento para melhorar o acesso. Embora 90% dos jovens tenham iniciado tratamento em até 18 semanas, a vice-presidente da RCPsych, Laura Sutherland, alertou que as crianças em maior risco são priorizadas, o que faz com que aqueles com condições neurodesenvolvimentais esperem mais. A demanda por avaliações aumentou muito, levando algumas regiões a suspender novas referências para autismo e TDAH. Organizações como a National Autistic Society Scotland pedem mais clareza sobre os tempos de espera, enquanto a Salvesen Mindroom Centre viu um aumento de 295% no número de jovens atendidos em um ano.

Milhares de crianças estão em listas de espera “ocultas” para avaliações de autismo e TDAH na Escócia, apesar do governo ter alcançado a meta de tempo de espera para serviços de saúde mental infantil. A Royal College of Psychiatrists (RCPsych) destacou que esses dados não são divulgados regularmente, pedindo maior transparência e financiamento específico.

O governo escocês reconheceu que as longas esperas para suporte neurodesenvolvimental são inaceitáveis e anunciou um aumento no financiamento para melhorar o acesso a esses serviços. Dados recentes indicam que 90% dos jovens iniciaram tratamento em até 18 semanas, a primeira vez que essa meta foi atingida em mais de uma década.

Entretanto, a vice-presidente da RCPsych, Laura Sutherland, alertou que crianças em maior risco são priorizadas, resultando em esperas mais longas para aqueles com condições neurodesenvolvimentais. A competição por recursos escassos entre os serviços de saúde mental e as avaliações neurodesenvolvimentais tem exacerbado a situação.

A demanda por avaliações aumentou significativamente, levando algumas regiões a suspender novas referências para autismo e TDAH. Organizações como a National Autistic Society Scotland pedem mais transparência nos tempos de espera, enquanto a Salvesen Mindroom Centre relatou um aumento de 295% no número de jovens atendidos em um ano.

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