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Galinheiros comunitários em comunidades indígenas geram polêmica no Paraná

Galinheiros comunitários em comunidades indígenas do Paraná geram debate entre segurança alimentar e riscos sanitários, com monitoramento garantido.

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Um projeto no Paraná quer criar galinheiros comunitários em comunidades indígenas para ajudar na segurança alimentar e regularização de terras. A iniciativa, chamada “Opaná: Chão Indígena”, é liderada pela Fundação Luterana de Diaconia e pela Itaipu Binacional, e prevê a construção de até 64 galinheiros com 100 aves cada, totalizando 6,4 mil aves. As obras já começaram nas comunidades Guarani e beneficiarão 32 comunidades. No entanto, o agronegócio está preocupado com os riscos sanitários que essa criação informal de aves pode trazer. O presidente interino do Sistema Faep alertou que qualquer contaminação poderia afetar a avicultura paranaense, que é muito importante para a economia do estado. A Agência de Defesa Agropecuária do Paraná está monitorando o projeto e garante que os galinheiros serão usados apenas para subsistência, sem venda das aves. Eles estão tomando medidas para garantir a biosseguridade e prevenir doenças como a gripe aviária.

Um projeto para implantar galinheiros comunitários em comunidades indígenas do Paraná está gerando controvérsia. A iniciativa, parte do projeto “Opaná: Chão Indígena”, visa promover segurança alimentar e regularização de terras, mas enfrenta preocupações do agronegócio sobre riscos sanitários.

A Fundação Luterana de Diaconia (FLD) e a Itaipu Binacional estão à frente do projeto, que prevê a construção de até 64 galinheiros com 100 aves cada, totalizando 6,4 mil animais. As obras já começaram nas comunidades Guarani do Oeste do Paraná e devem beneficiar 32 comunidades indígenas. O gestor do Programa de Sustentabilidade Indígena da Itaipu, Paulo Porto, destacou que o projeto complementa a regularização de áreas em litígio.

Entidades do agronegócio, como o Sistema Faep, expressaram preocupações sobre a criação informal de aves e os riscos sanitários que isso pode acarretar. O presidente interino do Sistema Faep, Ágide Eduardo Meneguette, alertou que qualquer contaminação poderia impactar a avicultura paranaense, que movimenta mais de R$ 40 bilhões por ano.

A Agência de Defesa Agropecuária do Paraná (Adapar) está monitorando o projeto e assegura que os galinheiros serão voltados para subsistência, sem comercialização das aves. O chefe do departamento de Saúde Animal da Adapar, Rafael Gonçalves Dias, afirmou que o acompanhamento visa garantir a biosseguridade e prevenir doenças como a gripe aviária.

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